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Hi everyone!

Muitos de vocês já devem ter ouvido falar, muitos podem nem saber do que vim falar, mas uma coisa é certa: 99% de vocês deve saber o que é um Bullet Journal, certo? Pois bem, hoje vim falar naquele que eu considero ser o primo mais velho e antiquado do Bullet Journal: o Junk Journal!

Este "Junk Journal" é nada mais do que um caderno de reaproveitamentos. Sabem aquelas folhas velhas que iam deitar fora? As revistas que só estão a ocupar espaço e iam para o papelão? Os jornais guardados no pó da garagem? Retalhos antigos? Pois bem, parece que alguém teve a brilhante ideia de pegar nisso tudo e criar um caderno em que a regra é não ficar perfeito. Com um estilo vintage, dark academia e até mesmo aesthetic, segundo muitos, este Junk Journal é a eleição para aqueles que querem documentar o dia-a-dia ou planear o futuro. Consiste em aproveitar tudo aquilo que íamos deitar fora e torná-lo num Bullet Journal menos moderno. Mas quais são as vantagens de utilizar um?

1. Estamos a reciclar

Numa altura em que cada vez mais se denotam os efeitos das alterações climáticas, torna-se cada vez mais essencial reciclar e evitar desperdícios. Assim, não só estamos a dar uso a algo que iria acabar numa lixeira, como também estamos a dar uma nova vida àquilo que antes considerávamos velho e inútil.

2. É relaxante (para muitos)

Este motivo é muito controverso e eu que o diga. Muitas pessoas que fazem estes Junk Journals costumam fazer recortes e colagens e observar e planear aquilo que querem e gostam de ver nos seus Junk Journals. Sinceramente, nunca tive muita paciência para fazer colagens, embora ache que sejam muito fofas, colagens não é o meu forte. Ainda assim, há quem utilize as colagens e as montagens do seu próprio caderno como uma espécie de terapia relaxante e, por isso, para aqueles que adoram colagens, acho que é uma boa ideia!

3. Mantemo-nos organizados

Em vários vídeos de Junk Journal que vi, percebi que este Junk Journal pode servir para muita coisa: substituir um Bullet Journal, documentar dias importantes das nossas vidas ou fazer uma espécie de álbum de viagens. Resumindo, mantemos aquilo que é importante para nós organizado, o que acaba por ser uma vantagem, pois assim não temos que andar atrapalhados à procura do que temos que fazer a seguir ou das memórias dos locais onde fomos.

Estas são as 3 principais razões pelas quais vale a pena fazer um Junk Journal. Mas porque é que eu não utilizo? Primeiro porque eu nunca fui de organizar o meu dia/mês, etc. Sempre tive muito em conta o horário e os prazos na minha cabeça, tenho a sorte de nunca me ter esquecido de um compromisso e prefiro planear as coisas na hora, principalmente no que diz respeito a estudos, pois não sou vidente então não posso esperar que a longo prazo vá ter tempo para fazer uma determinada tarefa naquela hora porque pode acontecer de nem estar em condições de realizar a tarefa. Mas também não o faço porque cá em casa já costumamos utilizar os restos de papéis e retalhos para outras coisas, como DIY's, prendas, para cobrir e proteger móveis quando estamos a utilizar tintas ou até mesmo para limpar os vidros, pelo que no final das contas, acabo por nem ter sequer o que utilizar para fazer um Junk Journal. O último motivo já o expliquei, para mim não é relaxante, só me faz ficar mais nervosa só de pensar onde vou por qual página ou onde vou colar bocados de jornal e revistas atrativos para a vista. Enfim, partilho convosco uma alternativa económica e ecológica para quem quiser substituir o Bullet Journal.

Já utilizaram/fizeram algum Junk Journal? Qual foi a vossa experiência?

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Ella

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Hi everyone!

Pelo título nem é preciso dizer sobre o que este post se trata, não é verdade? Bem, mesmo assim, vou dizê-lo: finalmente, repito, FINALMENTE, fui tomar a primeira dose da vacina contra a Covid-19! Levei a da Pfizer, ontem, e tenho a dizer que só me dói um pouco o braço. Para ser sincera, terça-feira fui à praia com umas amigas e apanhei um (não foi só um) escaldão e dói-me 15 000x mais do que o braço... e não é exagero!

Agora, porque é que eu digo "FINALMENTE"? Bem, para começar, para um asmático, ter uma doença como a Covid, não é pera doce, já tive uma infeção pulmonar há 2 anos, não quero voltar a ter uma, obrigada! Em segundo lugar porque já se sabe destas vacinas desde o início do ano... passaram-se 8 meses... 8!!!! O que equivale a, segundo o google, 223 dias de espera até receber a minha primeira dose. E malta, nem por uma consulta de rotina sou capaz de esperar, quanto mais para ter uma vacina? Bem... sim, okay, eu estou farta de levar vacinas, levo uma todos os meses por causa das alergias aos ácaros, mas... são coisas diferentes! E garanto-vos que a vacina das alergias é capaz de doer mais do que a da Covid...! (Depende do enfermeiro que me atender no dia, é claro)

Anyways, finalmente tive a primeira dose e, agora, só quero que dia 1 de setembro chegue para ter a 2ª dose! E se tiver que levar uma 3ª, que venha ela! Eu só quero é ter anticorpos para combater a doença, caso a apanhe. É pedir muito? E também quero poder sair de casa, sem ter que me preocupar em ter um teste negativo e quase ter um ataque de pânico durante 30 minutos, enquanto espero que o teste dê mesmo negativo! E também quero deixar de meter zaragatoas no meu próprio nariz, a sério, eu fico a chorar e com dores de cabeça o dia todo! A vida vai ser tão mais fácil quando finalmente tiver o certificado digital!

Claro está que, depois de dia 1, quero que dia 3 de setembro chegue para poder ir à Drave! Já vos falei dela noutro post, mas quero voltar a vir falar-vos dela. Sim, a minha ida vai depender de sintomas secundários da segunda dose, mas a menos que tenha febre, ou que tenha que ficar de cama, não tenciono faltar!

E é tudo! Vocês já tomaram a vacina? Tiveram sintomas?


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Ella

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Muitos não sabem, mas desde que o meu projeto de licenciatura terminou, decidi dedicar-me a escrever o meu próprio "livro". Já estou a escrever este desde que comecei a universidade e vi Deus Salve o Rei na TV Globo e, como desde que descobri o Wattpad que quero participar num Wattys, pensei "Porque não participar este ano?" Bem, durante os últimos 2 meses tem sido uma jornada fantástica na corrida contra o tempo para publicar todos os capítulos até ao dia 30 de setembro e, por isso, eis 3 coisas que aprendi durante este tempo a escrever:

1. O primeiro rascunho não precisa ficar perfeito

É verdade! Se formos muito perfeccionistas com o primeiro rascunho dos capítulos, não é possível acabar o livro nem daqui a um milhão de anos. O importante no primeiro rascunho é escrever palavras e contar a história. Depois disso podem aprimorar o texto!

2. Editar só no fim!

Isto vai ao encontro do que disse no ponto 1. Não editem capítulo a capitulo mal o terminem. Escrevam o que têm a escrever e no fim editem o que quiserem, assim avançam na história e depois tornam-na mais bonita.

3. Escrevam algo que gostariam de ver numa livraria

Vamos por isto de outra maneira: vocês iriam para um emprego que não gostassem só por fama ou dinheiro? Bem... talvez alguns possam dizer que sim, mas não deviam. Não vão ser felizes se o fizerem! É o que acontece com os livros: se escrevem algo que não gostam só pela fama, reconhecimento, dinheiro ou para um filme, estão a enganar-se a vocês mesmos e não estão a escrever o que gostam, então vão demorar mais a escrever o vosso livro! Pensem que estão numa livraria a olhar para o próximo livro que querem ler. Que tipo de livro é? Qual é a sua história? Peguem nisso e escrevam-no!

E estas são as 3 coisas que aprendi ao longo dos quase dez anos enquanto escritora amadora! Que dicas têm vocês? Seguem alguma destas dicas?


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Ella

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Começo este post com a mesma imagem que comecei, há três anos, a minha vida Universitária. Na verdade, tenho vindo a adiar este post. Adiei-o desde o segundo semestre do primeiro ano porque nunca me senti preparada a falar do semestre anterior. Para mim, estava acabado, não valia a pena falar dele. Mas desta vez, este título (e, por consequência, este post) tem duplo significado.
Hátrês anos (mais coisa menos coisa) entrei para Biologia Aplicada na UMinho (esqueçamo-nos do tempo antes disso). E mesmo assim não era o curso que queria. O que eu queria seguir era Bioquímica, não sabia eu o quão iria adorar este curso. Mas fiquei.

Mesmo tendo passado um primeiro ano estranho, em todos os níveis. Mesmo que o meu primeiro ano tenha sido o pior ano da minha licenciatura e não foi por causa das disciplinas, mas sim por assuntos que me afetaram pessoalmente. Mesmo que, ao longo deste tempo todo, muitos me tenham dito para desistir ou para seguir outra área, fiquei neste curso.

Estes últimos dois semestres foram também estranhos. Quase não tive aulas práticas e as que tive, mal pareciam ser aulas. Foi estranho, mas sobrevivi! Fiz melhorias e, por isso, ausentei-me propositadamente do Blog. Das três que fiz, consegui 2. Tentei, contudo, voltar aqui, dizer-vos como tinha sido o primeiro semestre. Mas não o fiz, pois poucas horas depois da última melhoria, recebi a lista de propostas de Projetos finais de Licenciatura. Não queria, mas ao mesmo tempo queria.

Não queria aceitar que era verdade, que estava a acabar o curso, mesmo que aos poucos já o começasse a aceitar devido aos pequenos sinais como as notas finais das últimas disciplinas e a adição das disciplinas de opção na plataforma. Não queria porque tinha medo do que pudesse vir a acontecer, de não ter média suficiente para entrar num mestrado que me interessasse.

A verdade é que estava preparada. E ainda hoje não me sinto preparada. Nunca estive preparada para aceitar o facto de que tudo tem um fim. Não estou preparada para o facto de, mais uma vez, ter que sair da minha zona de conforto e ter que me "obrigar" a falar com pessoas novas, ter que conhecer novos possíveis futuros "aliados". Não quero aceitar o facto de que para o ano poderei estar em mestrado e muito menos quero aceitar o facto de ter que escolher um, tal como tive que escolher um tema de projeto. Ao mesmo tempo, queria que tudo acabasse para que finalmente possa demonstrar aquilo porque tanto tenho lutado. Para que finalmente eu cumpra os meus objetivos.

Acabei por terminar a Licenciatura no início do mês, frustrada. Passo a explicar: a minha média final é 13,944. Não é grande coisa, arredonda para 14, no certificado. Mas no mestrado... Não arredonda. Espero, sinceramente, que aqueles 0,056 valores não ditem se fico ou não de fora de algum mestrado, tal como fiquei na primeira fase. Sim, já tinha concorrido ao mestrado no fim de maio, recebi a resposta dia 18 de junho e não entrei no que queria. Talvez até nem tenha sido da média, mas sim da grande quantidade de pessoas que se candidataram ao mesmo mestrado, mas não entrei. Senti que a história se estava a repetir: não entrar no que mais queria. Por isso, candidatei-me na segunda fase a quatro mestrados: todos eles fora da minha zona. Não se se vou entrar nalgum, mas dia 22 irei descobrir.

Então? E porque é que não vim antes ao blog, mesmo tendo terminado a Licenciatura no início do mês?

A resposta a essa pergunta fica para um próximo post. Tal como a história da Imposição de Insígnias, a história completa do Projeto, entre outras histórias.

Este foi o meu último ano, último semestre, as últimas decisões. Esta, foi a razão para me ter ausentado durante tanto tempo.

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Ella
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"Mania". Segundo o Dicionário Priberam, "mania" é, e passo a citar:
  1. Apego excessivo ou obcessivo a uma ideia ou intenção; aferro a uma ideia fixa. = FIXAÇÃO, OBSTINAÇÃO
  2. Capricho, Teima
  3. Desejo imoderado
Uma das minhas maiores manias, se não a maior e pior de todas as que poderia ter, é a mania de stressar com tudo!

Admito, é mau, sim e uma das maiores consequências disto é o facto de, em trabalhos de grupo, ou em qualquer outra atividade em que tenha que trabalhar com mais pessoas, acabo por tomar a iniciativa de fazer tudo sozinha, sem pedir aos restantes elementos do grupo por ajuda.

Porque é que eu faço isto?

Porque o stress com que fico é tão grande que acabo por não ter paciência de esperar que os outros façam a parte deles e acabo por fazer também a parte dos restantes elementos.

Outra consequência desta mania que afeta a cabeça de muita gente é a sensação de que por mais que estudemos/trabalhemos, o nosso cérebro continua a dizer que não fazemos nada e que estamos simplesmente a procrastinar, mesmo depois de estar mais de 3 horas seguidas a estudar/trabalhar ou que as horas de sono sejam substituídas por noites sem dormir para fazer tarefas.

Mas não é só isso!

Quem é stressado como eu, sabe que a mínima frase ou palavra dita por nós ou outra pessoa, é capaz de ficar na nossa cabeça durante dias, talvez semanas ou meses, sem um motivo lógico. Muitas vezes basta um "olá" dito de uma certa forma para que ponderemos se algo está bem ou não e isso é capaz de arruinar com dias de paz na nossa cabeça.

Literalmente tudo à minha volta é motivo de stress, uma palavra, um olhar, até mesmo a falta de palavras ou de olhares!

E a maior consequência disto é ficar com medo de tudo: mandar mensagens às pessoas, falar com pessoas, ir ter com pessoas... Tudo isto por causa do medo do que possam pensar e isso afeta direta e indiretamente 
a minha vida na Universidade.

É um ciclo. Essa é a verdade. Começo a pensar o que as pessoas pensam sobre mim, não falo com elas, faço as coisas sozinha, não tiro tão boas notas quanto o que devia, penso em ir falar com as pessoas para me ajudarem e o ciclo começa outra vez.

Não falando, claro, do stress causado quando antecipo os acontecimentos na minha mente! Por exemplo, pode até faltar 1 ano para um certo compromisso que eu já estou a pensar no que irá acontecer e a formular uma data de cenários completamente irrealistas na minha cabeça e que me fazem querer desistir desses compromissos!

Enfim, stressar com tudo é chato, mas... Como ultrapassar esta mania?

Tentei fazer um horário que tinha que seguir à risca, mas o stress acumulou outra vez porque a pressão de cumprir um horário, parecendo que não, também é stressante.

Tentei libertar o trabalho para outras pessoas, mas mais uma vez, não aguentei a espera e voltei aos mesmos erros de fazer tudo por mim mesma.

Tentei até não dar muito valor ao que os outros dizem e a tentar perceber o que eles pensam em vez de exagerar e pensar demais no assunto, mas o meu cérebro parece não me ouvir.

Tentei manter a calma e não antecipar as coisas, mas pensar que poderia estar a deixar as coisas para a última da hora não ajudou.

Até agora, não encontrei solução para esta minha mania. E a verdade é que, embora saiba que mais de metade do stress seja causado por coisas irracionais e sem qualquer explicação lógica, parece que é impossível para mim manter-me calma...

E vocês? Alguma vez se sentiram assim, stressados com tudo? Como superaram o stress?

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"Mania". According to the Dicionário Priberam, "mania" is, and I quote:
  1. Excessive or obsessive attachment to an idea or intention; hold on to a fixed idea. = FIXATION, OBSTINATION
  2. Whim, stubborn
  3. Immoderate desire
One of my biggest manias, if not the biggest and worst of all I could have, is the mania to stress with everything!

I admit, it's bad, yes and one of the biggest consequences of this is the fact that, in group work, or in any other activity in which I have to work with more people, I end up taking the initiative to do everything myself, without asking the rest group members for help.

Why do I do this?

Because the stress I get is so great that I end up not having the patience to wait for others to do their part and I end up doing the other elements part as well.

Another consequence of this mania may affects many people's heads is the feeling that no matter how much we study/work, our brain continues to say that we do nothing and that we are simply procrastinating, even after being more than 3 hours in a row studying/working or sleep hours are replaced by sleepless nights to do chores.

But not only that!

Anyone who is stressed like me, knows that the smallest sentence or word spoken by us or someone else, is able to stay in our heads for days, perhaps weeks or months, without a logical reason. Often a "hello" said in a certain way is enough for us to consider whether something is right or not and that is capable of ruining days of peace in our heads.

Literally everything around me is a source of stress, a word, a look, even the lack of words or looks!

And the biggest consequence of this is to be afraid of everything: sending messages to people, talking to people, meeting people... Everything bacause of being afraid of what they might think and this affects directly and indirectly my life at the University.

It's a cycle. That's the truth. I start to think what people think about me, I don't talk to them, I do things alone, I don't get as good grades as I should, I think about going to talk to people to help me and the cycle starts again.

Not to mention, of course, the stress caused when I anticipate events in my mind! For example, there may even be 1 year to go before a certain commitment that I'm already thinking about what will happen and formulating a lot of completely unrealistic scenarios in my head that make me want to give up those commitments!

Anyway, stress with everything is boring, but... How to overcome this mania?

I tried to make a schedule that had to follow exactly, but the stress accumulated again because the pressure to stick to a schedule, seemingly not, is also stressful.

I tried to release the work to other people, but again, I couldn't stand the wait and went back to the same mistakes of doing everything myself.

I even tried not to give much value to what others say and trying to understand what they think instead of exaggerating and thinking about it too much, but my brain doesn't seem to hear me.

I tried to stay calm and not anticipate things, but thinking that I could be putting things off until the last minute didn't help.

So far, I have found no solution to my mania. And the truth is that, although I know that more than half of the stress is caused by irrational things and without any logical explanation, it seems that it is impossible for me to stay calm...

And you? Have you ever felt that way, stressed about everything? How did you overcome stress?

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Ella
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Hi everyone!
Hoje vim aqui falar-vos de algo que há alguns meses tem vindo a fazer parte do quotidiano das pessoas: o TikTok, ou mais precisamente, o porquê de eu não ter criado conta.

Há alguns meses, esta aplicação adquiriu vários adeptos e fãs, principalmente devido à quarentena que o mundo todo passou por causa da pandemia que vivemos. Muitas são as pessoas que conheço que criaram conta e que automaticamente se viciaram nesta aplicação, quase que instantaneamente, porém, não foi algo que me chamasse à atenção, mesmo depois de muitas dessas pessoas me dizerem "Cria, é fixe!".

Porquê?

Pela mesma razão que a conheci: os vídeos vão todos parar ao YouTube e ao Instagram! Ora, tendo em conta que o YouTube é uma plataforma de rápido acesso e que não vivo um dia sem consultar (quanto mais não seja para ouvir música para estudar), e tendo em conta que já tenho conta no Instagram, achei desnecessário gastar espaço no telemóvel e perder o meu tempo com algo que ia acabar por ver noutras plataformas!

Podem julgar-me à vontade, mas numa coisa têm que concordar comigo: o TikTok não acrescentou em nada as redes sociais já existentes, até porque o que é feito lá pode também ser feito noutras redes sociais.

E sim, houve uma altura em que, de facto, instalei a aplicação, não tendo, porém, criado conta. Sim, tive curiosidade e quis tentar perceber porque é que tanta gente estava viciada e só falavam nesta aplicação. Mas não durou mais do que dois dias no meu telemóvel!

Peço desde já desculpa aos fãs mais fanáticos do TikTok, mas a minha opinião mais sincera é que esta aplicação apenas serve para ocupar espaço no telemóvel. Afinal, o Instagram tem o Reels e as Stories e podem fazer o mesmo que fazem no TikTok, tal como podem criar um canal do YouTube e fazer exatamente o mesmo! Aliás, como já disse antes, as publicações do TikTok acabam sempre por ir parar a essas aplicações de uma forma ou de outra, pelo que, a meu ver, esta aplicação não me é útil e, por isso, não tenho conta!

E vocês? Têm TikTok? O que acham desta rede social?

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Ella
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Hi everyone!
Today I came here to talk to you about something that for a few months has been part of people's daily lives: TikTok, or more precisely, why I didn't create an account.

A few months ago, this application acquired several adherents and fans, mainly due to the quarantine that the whole world went through because of the pandemic that we live in. Many people I know who created an account and who automatically became addicted to this application, almost instantly, however, it wasn't something that caught my attention, even after many of those people said to me "Go for it, it's cool!".

Why?

For the same reason I met it: the videos will all end up on YouTube and Instagram! Now, taking into account that YouTube is a fast access platform and that I don't live a day without consulting (mostly to listening to music to study), and considering that I already have an Instagram account, I found it unnecessary to spend space on my phone and waste my time with something that I would end up seeing on other platforms!

You can judge me at will, but in one thing you have to agree with me: TikTok didn't add anything to the already existing social media, not least because what is done there can also be done on other social media.

And yes, there was a time when, in fact, I installed the app, but I didn't create an account. Yes, I was curious and wanted to try to understand why so many people were addicted and only talked about this app. But it didn't last more than two days on my phone!

I apologize in advance to the most fanatical TikTok fans, but my most sincere opinion is that this application only serves to occupy space on the phone. After all, Instagram has Reels and Stories and can do the same as you do on TikTok, just like you can create a YouTube channel and do exactly the same! As a matter of fact, as I said before, TikTok publications always end up ending up in these applications in one way or another, so, in my opinion, this application is not useful to me and, therefore, I have no account!

And you? Do you have TikTok? What do you think of this social media?


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Hi everyone!
Há algumas semanas perguntaram-me como comecei a escrever. Recordei então a jornada toda até hoje e hoje vim contar-vos como começou a minha paixão pela escrita!

Quando eu ainda era uma criança, costumava imaginar que personagens de desenhos animados que via na altura eram reais e que me acompanhavam no meu dia-a-dia. Quase como "amigos imaginários", porém, como a imaginação na altura não era grande coisa, acabava sempre por escolher o caminho mais "fácil". Nunca cheguei a contar isto a ninguém, "falava" com eles através de pensamentos enquanto mirava o vácuo. Tinha medo que me achassem doida porque falar sozinha, não achava normal que alguém tivesse tais manias de falar com pessoas que na verdade não existem, até porque nunca vira ninguém com essa mesma mania.

Alguns anos mais tarde, mais ou menos no meu quinto/sexto ano, descobri a série "Jessie" da Disney e comecei a ver. Uma das personagens, a Zuri, interpretada pela atriz Skai Jackson tinha vários amigos imaginários (nomeadamente a sereia Millie) e chegava até a falar com eles sem se importar com o que os outros pensassem.

Achava essa personagem um pouco fora da caixa, porém, ela ensinou-me a não ter medo do que os outros pensavam! Não, não comecei a falar sozinha, até porque a essa altura já tinha "deixado" a mania de transpor as personagens para a vida real, mas comecei a não ter medo de admitir as minhas manias mais estranhas. Afinal, eu ainda era uma criança/pré-adolescente. Além disso, ensinou-me também a pensar e a imaginar mais e melhores cenários fictícios. Foi assim que comecei a escrever!

Demorei a descobrir o meu estilo de escrita e o género que melhor conseguia descrever através de palavras, mas nunca mais deixei de passar as minhas ideias para o papel. E, agora, um pouco para o computador também!

Foi uma jornada estranha, mas graças a essa minha "mania" de criança, agora aproveito os meus tempos livres para escrever. Graças à Zuri Ross, um dos meus hobbies preferidos é escrever.

E foi assim que comecei a escrever. E vocês? Gostam de escrever? Como começaram a gostar?

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Ella
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Hi everyone!
A few weeks ago I was asked how I started writing. Then I remembered the whole journey until today and today I came to tell you how my passion for writing started!

When I was still a child, I used to imagine that cartoon characters I saw at the time were real and accompanied me in my daily life. Almost like "imaginary friends", however, as the imagination at the time was not much, I always ended up choosing the "easiest" path. I never got around to telling this to anyone, I "spoke" to them through thoughts while looking at the vacuum. I was afraid that people would think I was crazy because I was talking to myself, I didn't think it was normal for someone to have such a habit of talking to people who don't really exist, not least because I had never seen anyone with that same habit.

A few years later, around my fifth/sixth grade, I discovered Disney's "Jessie" series and started watching. One of the characters, Zuri, played by actress Skai Jackson, had several imaginary friends (namely the mermaid Millie) and she even talked to them without caring what others thought.

I found this character a little out of the box, however, she taught me not to be afraid of what others thought! No, I didn't start talking to myself, because at that point I had already "left" the habit of transposing the characters into real life, but I started not to be afraid to admit my strangest habits. After all, I was still a child/pre-teen. In addition, it also taught me to think and imagine more and better fictional scenarios. That's how I started writing!

It took me a long time to discover my writing style and the genre I could best describe in words, but I never stopped putting my ideas on paper. And now, a little bit for the computer too!

It was a strange journey, but thanks to my childhood "craze", I now take advantage of my free time to write. Thanks to Zuri Ross, one of my favorite hobbies is writing.

And that's how I started to write. And you? Do you like to write? How did you start to like it?

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Ella
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Hi everyone!
Sim, leram bem o título: duas décadas! Duas décadas desde 2000, duas décadas da minha existência neste mundo! Por isso, hoje decidi fazer um post sobre as minhas 10 maiores conquistas ao longo dos anos e 10 conquistas que espero realizar num futuro próximo!

O que eu conquistei:
1. Entrar nos escuteiros
2. Chegar à última secção dos escuteiros
3. Entrar na Universidade
4. Viajar para fora de Portugal
5. Chegar à vida adulta da melhor forma
6. Criar um blog e torná-lo um cantinho de mim para todos
7. Definir-me enquanto pessoa
8. Fazer amigos para a vida
9. Superar alguns dos meus medos
10. Tirar nota máxima num teste

O que ainda quero conquistar:
1. Acabar a licenciatura
2. Entrar num mestrado
3. Fazer a Partida
4. Segurar as bandeiras na eucaristia das promessas
5. Superar os meus medos
6. Fazer mais posts no blog
7. Fazer um estágio
8. Escrever um livro
9. Viajar mais (assim que a pandemia acabar, claro)
10. Tirar um curso de ilustração científica


Alguns destes pontos podem parecer ser pequenos ou que nem são conquistas, mas acreditem, tiveram um grande impacto nos últimos anos. Por exemplo, chegar à vida adulta da melhor forma foi algo difícil de acontecer, muita coisa aconteceu durante esses 18 anos e no ano em que os completei, tive que superar muitos desafios, como por exemplo, superar alguns dos meus medos e chegar à última secção dos escuteiros!

Sobre o que quero conquistar, alguns são inevitáveis como acabar a licenciatura e fazer a Partida, porém, são objetivos que tenho porque quero concluir essas etapas da melhor forma. Quero seguir para mestrado sabendo que dei o meu máximo durante a licenciatura e quero fazer a Partida sabendo que dei o meu melhor no escutismo. Não vai ser fácil de realizar tudo, porém, tenciono riscar cada ponto dessa lista ao longo dos próximos anos!

Por hoje é tudo!

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Ella
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Hi everyone!
Yes, the title is correct: two decades! Two decades since 2000, two decades of my existence in this world! So today I decided to post about my 10 biggest achievements over the years and 10 achievements that I hope to accomplish in the near future!

What I have achieved:
1. Enter the scouts
2. Reach the last scout section
3. Enter the University
4. Traveling outside Portugal
5. Getting to adulthood in the best way
6. Create a blog and make it a place of me for everyone
7. Define myself as a person
8. Make friends for life
9. Overcome some of my fears
10. Get top marks in a test

What I still want to achieve:
1. Finish the degree
2. Enter a master's degree
3. End the last Scouts stage
4. Holding the flags in the Eucharist of promises
5. Overcome my fears
6. Make more blog posts
7. Do an internship
8. Write a book
9. Travel more (once the pandemic is over, of course)
10. Take a scientific illustration course


Some of these points may appear to be small or not even achievements, but believe me, they have had a big impact in recent years. For example, reaching adulthood in the best way was difficult to happen, a lot happened during those 18 years and in the year I completed them, I had to overcome many challenges, such as overcoming some of my fears and reaching the last scouts section!

Regarding what I want to achieve, some are inevitable, such as finishing the degree and making the Match, however, these are goals that I have because I want to complete these steps in the best way. I want to go to master's degree knowing that I did my best during my degree and I want to finish the last scouts stage knowing that I did my best in scouting. It won't be easy to accomplish everything, however, I intend to cross out every point on that list over the next few years!

That's all for today!

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Ella
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Há uns anos atrás, quando ainda andava no 12º ano, escrevi um post, onde vos falei do meu medo de falhar uma décima e não conseguir entrar num curso que queria, ou de nem sequer entrar na Universidade. 

Quem já acompanha o blog desde essa altura, deve lembrar-se que cheguei, de facto, a entrar num curso que não queria, desmotivei, mas depois acabei por concorrer à segunda fase e consegui mudar de curso. Essa candidatura, poucos sabem, mas foi feita em segredo. Um pacto entre mim e o meu pai para não desiludir ninguém, porque esse é outro dos meus medos!

Tenho medo de desiludir as pessoas à minha volta.

Tenho medo de falhar.

Tenho medo de não ter confiança suficiente para fazer algo.

E, por isso, tomo certas decisões que, por vezes, podem ainda desiludir mais algumas pessoas. Eu sei que desiludi alguém recentemente. Sei que as decisões que tomei desiludiram certas pessoas, mas eu não tinha coragem de segurar as rédeas, pelo menos, não nesta altura, em que o meu medo de tudo voltou.

E eu lamento se desiludi. Mas entre desiludir por não ter coragem e desiludir por não estar à altura de algo, tive que fazer uma escolha. Foi difícil, mas está feito e agora não posso voltar atrás.

Se me arrependi de ter tomado essa decisão? Sim. Em parte, sim. Porque não tive coragem de enfrentar os meus medos e inseguranças. Porque acabei por desiludir pessoas. Talvez tenha até demonstrado fraqueza da minha parte. Talvez até me tenha desiludido a mim mesma.

Mas será que terei coragem para superar estes receios todos mais tarde? Será que esta era a janela de oportunidade que me esperava para pôr fim a este medo?

Não gosto de desiludir as pessoas à minha volta, mas e se esta tiver sido a decisão acertada?

Acho que só no fim do ano letivo vou saber a resposta.


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Ella

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A few years ago, when I was still in 12th grade, I wrote a post, where I told you about my fear of missing a tenth and not being able to get into a course I wanted, or not even getting into the University.

Anyone who has been following the blog since that time, should remember that I actually got into a course I didn't want, I was discouraged, but then I ended up competing for the second phase and managed to change course. This candidacy, few know, but it was made in secret. A pact between me and my father not to disappoint anyone, because that is another of my fears!

I am afraid to disappoint the people around me.

I'm afraid of failing.

I am afraid of not having enough confidence to do something.

That is why I make certain decisions that, at times, may even disappoint some more people. I know that I disappointed someone recently. I know that the decisions I made disappointed certain people, but I didn't have the courage to hold the reins, at least, not at this time, when my fear of everything came back.

And I am sorry if I disappointed that person. But between disappointing for not having the courage and disappointing for not being up to something, I had to make a choice. It was hard, but it is done and now I can't go back.

Did I regret making that decision? Yes. In part, yes. Because I didn't have the courage to face my fears and insecurities. Because I ended up disappointing people. Perhaps I have even shown weakness on my part. Maybe I even disappointed myself.

But will I have the courage to overcome these fears all later? Was this the window of opportunity that awaited me to end this fear?

I don't like to disappoint people around me, but what if this was the right decision?

I think that only at the end of the school year will I know the answer.


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Ella

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Parecendo que não, a pandemia não tem só efeitos negativos para quem é infetado com este vírus. Muitas outras pessoas são também afetadas por outros motivos, no meu caso, no medo de falar.

Desde criança que tenho medo de falar com pessoas. A minha perceção é que tudo aquilo que possa vir a dizer não é, de todo, interessante para uma conversa, ou não está coreto. Quando um professor faz uma pergunta, tenho medo de errar, então fico calada. Quando os colegas e amigos estão a discutir sobre um certo assunto, eu não dou a minha opinião por ter medo de não contar para nada ou as pessoas não se importarem com o que eu penso.

Esse aspeto tem sido algo que tenho vindo a melhorar nos últimos anos e, com a pandemia, as coisas pioraram. A pandemia trouxe-me o melhor do mundo: não ter que falar ou responder a quem quer que fosse. Não tinha que dar a cara e, por isso, acabei por deixar de usar a minha voz para pronunciar qualquer tipo de palavra. Tinha um ecrã e, provavelmente quilómetros de distância a separar-me das pessoas, então, acabava sempre por optar não falar.

Foi mau. Foi péssimo. Este ano, como já é permitido ter algumas aulas presenciais, eu sou obrigada a falar com as pessoas. E eu não consigo. Custa-me. Simplesmente faço-o se não tiver mesmo outra opção ou se se dirigirem diretamente a mim.

O efeito é tal que, à medida que escrevo este post, penso se este post vale de algo, se alguém o irá ler, ou se será relevante para alguém. Depois, pergunto a alguns (muito poucos) amigos que nunca cheguei a voltar a ter medo de falar e eles dizem-me para continuar. E então penso que poderei não ser a única pessoa de ter este medo irracional e continuo a escrever.

E por fim lembro-me do quão estúpido e irracional é este meu medo. Este medo que me fez demorar 3 semanas a ir pedir apontamentos a um colega. Este medo que me fez não passar a esse mesmo colega informações que planeei dar-lhe durante 1 semana inteira. Este medo que me fez não ter coragem de mandar uma mensagem de apoio a uma colega num grupo. Este medo que me fez não ter coragem de encarar os professores com as minhas dúvidas...

Este medo que muito provavelmente continuará se a pandemia se prolongar por muito mais tempo, ou se não me sentir obrigada a falar mais vezes. Eu preciso de falar para perder o medo. Preciso de voltar a não ter tanto medo de usar a minha voz para falar e para dizer o que penso e o que sei.

Deixo-vos esta música: Voices dos Against the Current, que não podia definir melhor os meus pensamentos nos momentos em que tenho que falar.

E vocês? Que medos vocês ganharam durante a pandemia?


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Ella
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Seemingly not, the pandemic has not only negative effects for those who are infected with this virus. Many other people are also affected by other reasons, in my case, the fear of speaking.

Since I was a child I have been afraid to talk to people. My perception is that whatever I may say is not at all interesting for a conversation, or is not right. When a teacher asks a question, I'm afraid of making mistakes, so I keep it quiet. When colleagues and friends are arguing about a certain subject, I don't give my opinion because I am afraid of not telling anything or people don't care what I think.

That aspect has been something that I have been improving in recent years and, with the pandemic, things got worse. The pandemic brought me the best in the world: not having to speak or answer to anyone. I didn't have to show up, so I ended up not using my voice to pronounce any kind of word. I had a screen and probably miles away from people, so I always ended up choosing not to speak.

My bad. It was awful. This year, as it is already allowed to take some face-to-face classes, I am obliged to speak to people. And I can't do it. It costs me. I simply do it if I really have no other option or if they address me directly.

The effect is such that, as I write this post, I wonder if this post is worth anything, if someone will read it, or if it will be relevant to someone. Then, I ask some (very few) friends that I never got back to being afraid to speak and they tell me to continue. And so I think that I may not be the only person to have this irrational fear and I continue to write.

And finally I remember how stupid and irrational this fear is. This fear that made me take 3 weeks to go ask a colleague for notes. This fear that made me not give that same colleague information that I planned to give him for an entire week. This fear that made me not have the courage to send a message of support to a colleague in a group. This fear that made me not have the courage to face the teachers with my doubts...

This fear that will most likely continue if the pandemic continues for much longer, or if I don't feel compelled to speak more often. I need to speak to lose my fear. I need to go back to not being so afraid to use my voice to speak and to say what I think and what I know.

I leave you this song: Voices by Against the Current, which could not define my thoughts better when I have to speak.

And you? What fears did you gain during the pandemic?


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Ella
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Ultimamente, não sei porquê, tenho-me visto a ouvir as músicas do Paulo Sousa. De certa forma, mexem comigo de uma forma peculiar. Talvez a letra, pelo seu significado e sinceridade... Ou talvez a melodia, pela serenidade e conforto que traz.

Esta música, em específico, tem sido das que mais tem acompanhado o meu dia-a-dia. Acho que não preciso de explicar porquê... Basta ouvirem parte da letra que percebem logo porque a ouço tantas vezes.

O que me leva a pensar...
Se num segundo tudo pode mudar... Então a mudança está nas nossas mãos.

Mas nós temos medo!

E a verdade é que também tenho medo. Tenho até vários medos... Desiludir as pessoas, ser fraca ou fracassar, ser quem sou...

Mas para quê?
Desde o início da quarentena que me apercebi do tempo que desperdicei a pensar nos "Se". E agora... Agora não posso fazer nada.

Este blog tem sido o meu amparo nos últimos três, quase quatro anos. Este tem sido o meu "Grito de Guerra", nos bons e nos maus momentos. É o meu cantinho. Aqui posso ser quem sou, então, o que me impede de ser quem sou lá fora? O que me impede de ser assim com os outros?

Hoje reli vários posts antigos e lembrei-me de tudo o que fiz até hoje. Abri os olhos. Este blog é como um diário para mim e vocês, meus leitores, são parte dele. Sim, porque o blog não é só os posts. O blog é também quem o lê, quem o escreve, quem o comenta... E vocês dão me força para continuar e não ter medo de aceitar as mudanças e os desafios que estão à minha volta.

Por isso desafio-me - e a vocês também - assim que o isolamento terminar definitivamente, assim que tudo isto acalmar... Não tenham medo! Gritem bem alto, chorem se for necessário, sorriam o máximo que puderem e falem! Digam aquilo que vos vier à cabeça, digam o que querem dizer, dêem as vossas opiniões, sem medo.

Depois, respirem fundo. Olhem à vossa volta e digam-me...

Ainda têm medo?

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Ella Morgan
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Lately, I don't know why, I've found myself listening to Paulo Sousa's songs. In a way, they mess with me in a peculiar way. Perhaps the lyrics, for their meaning and sincerity... Or perhaps the melody, for the serenity and comfort it brings.

This song, in particular, has been one of the ones that has followed my daily life the most. I don't think I need to explain why... Just listen to part of the lyrics that you immediately understand why I hear it so many times.

Which makes me think...
If in a second everything can change... Then the change is in our hands.

But we are afraid!

And the truth is that I am also afraid. I even have several fears... Disappointing people, being weak or failing, being who I am...

But for what?
Since the beginning of the quarantine, I realized how much time I wasted thinking about " What if". And now... Now I can't do anything.

This blog has been my support for the past three, almost four years. This has been my "War Cry", in good and bad taimes. It's my place. Here I can be who I am, so why am I afraid to me who I am out there? Why am I afraid of being that way with others?

Today I reread several old posts and remembered everything I did until today. I opened my eyes. This blog is like a diary for me and you, my readers, are part of it. Yes, because the blog is not just the posts. The blog is also who reads it, who writes it, who comments... And you give me the strength to continue and not be afraid to accept the changes and challenges that are around me.

So I challenge myself - and you too - as soon as the isolation is definitely over, as soon as all of this has settled down... Don't be afraid! Scream out loud, cry if necessary, smile as much as you can and speak! Say what comes to your mind, say what you want to say, give your opinions, without fear.

Then take a deep breath. Look around you and tell me ...

Are you still afraid?

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Ella Morgan
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Hi everyone!
Uma semana passou-se desde que o isolamento começou e não tem sido fácil, de todo, estar em casa. Muita coisa mudou na minha rotina desde que a Universidade fechou e, apesar do que disse no post anterior, sobre ficar em casa é o melhor (e de facto é o melhor a fazer nesta altura), não pensem que isto não me afetou em nada.
O que mudou desde a última semana?

  1. Não tomo café há uma semana, o que não tem sido muito necessário, já que acordo meia hora mais tarde
  2. Não faço mais nada a não ser estudar, fazer exercícios, fazer trabalhos e relatórios
  3. As jornadas foram canceladas, o que foi péssimo, porque este ano as palestras e as atividades pareciam ser mais interessantes
  4. Todas as minhas atividades escutistas foram canceladas até abril, quer acampamentos, quer reuniões e atividades religiosas
  5. Não tenho aulas presenciais, mas vou começar a ter por video chamada (eu sei que amaldiçoei aqueles auditórios no post "Aulas em Auditórios: o pesadelo dos alunos", mas dava tudo para voltar lá hoje mesmo)
  6. Alguns dos meus testes foram cancelados
  7. Não paro de comer tudo o que me aparece à frente, o que me obrigou a fechar-me no meu quarto para não ter o trabalho de ir à cozinha
  8. Tenho lido o primeiro livro do Maze Runner (que já estou a ler há mais de um ano e estou mesmo a acabar, talvez depois faça um post sobre ele)
  9. Tenho revisto os episódios todos de Chicago Med, visto que nunca mais estreiam a 5ª temporada em Portugal
  10. Tenho revisto os episódios de Death in Paradise, já que também não estreiam as novas temporadas
  11. Só tenho ido até ao jardim, o que é um tédio, já que normalmente faço de tudo para sair de casa e agora não posso sair
  12. As minhas pastelarias preferidas (nomeadamente Montalegrense) estão fechadas, pelo que, mesmo que o meu pai vá comprar pão, não é o mesmo
  13. Não posso combinar sair com os meus melhores amigos porque estamos todos em isolamento
Basicamente, como já não vou para a Universidade às 7.30 da manhã, tenho que ficar em casa e contentar-me com o que tenho. É a vida e há que respeitar! Não é só para mim este isolamento, é para todos, por isso, há que arranjar formas alternativas de passar o tempo em casa!

Como vêm, não tem sido fácil para mim estar em casa. Basicamente foi isto que mudou na minha vida desde a última semana... Isto, e o facto de ter mais oportunidade de aqui vir publicar, claro. E nas vossas vidas? O que mudou desde que começaram o isolamento? Contem tudo nos comentários!

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Ella
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Hi everyone!
Finalmente os testes acabaram por este ano civil. E isso deu-me tempo e mais do que tempo para começar a divagar na minha mente. Como costumo dizer, se eu não estiver a estudar, simplesmente estou a existir e a divagar na minha mente.
Não que seja algo extremamente mau, porque não é. Mas isso não implica que goste de o fazer. De certa forma, pensar e divagar incomoda-me.
Bem...
Incomoda-me se for só por pensamentos. Porque se eu escrever esses devaneios é como se eu tirasse um peso das minhas costas.
Por isso é que decidi começar (ou recomeçar) a escrever aqui os meus devaneios. Quem segue o blog desde o início, deve-se lembrar daqueles textos que fazia no início. Bem... É mesmo isso que quero fazer.
É algo que me faz relaxar, então, pergunto-me: "Porque não?"
A verdade é que lembrei-me de fazer isto após ter escrito mais de vinte páginas de "frustrações" relativamente a uma única pessoa. Simplesmente fartei-me de guardar isso só para mim, porque sei que mais alguém desse lado deve sentir o mesmo e sei que, ao escrever isso, estarei a apoiar pessoas que, como eu, não têm coragem de falar na frente das pessoas o que nos vai na alma.
Assim, e porque escrever é algo que me relaxa, decidi criar este novo tópico!
Espero que gostem!

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Ella Morgan
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Hi everyone! Finally the tests ended for this calendar year. And that gave me time and more than time to start rambling in my mind. As I often say, if I am not studying, I am simply existing and rambling in my mind. Not that it is extremely bad, because it is not. But that doesn't mean I enjoy doing it. In a way, thinking and rambling bothers me. Well... It bothers me if it's just thoughts. Because if I write these daydreams, it's like I take a weight off my back. That's why I decided to start (or start over) writing my daydreams here. Who follows the blog from the beginning, should remember those texts that I did at the beginning. Well... That's what I want to do. It's something that makes me relax, so I ask myself, "Why not?" The truth is, I remembered to do this after writing more than twenty pages of "frustrations" about a single person. I just had enough of keeping it to myself, because I know that someone else on that side must feel the same, and I know that in writing this I will be supporting people who, like me, don't have the courage to speak in front of people what it goes in our soul. So, and because writing is something that relaxes me, I decided to create this new topic! Hope you like it!

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Ella Morgan
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Há três anos que criei este blog e, na altura, não sabia bem como começar a escrever. Por isso, esperei uns dias até ter inspiração.

Na altura, o post saiu, um pouco desajeitado, mas era o que eu sentia na altura. Eu não me arrependo do que escrevi, porém, se fosse hoje, talvez escrevesse algo do género:

"Não sei por onde começo. Um turbilhão de ideias passa-me pela cabeça e, a verdade, é que não sei o que escrever. Ou sequer porque escrever.

Talvez porque quero encontrar e descobrir esse meu lado que me faz escrever testamentos só porque sim. Ou, talvez, simplesmente porque quero mostrar quem de facto sou.

Eu não prometo nada relativamente a este meu novo cantinho, mas sei que darei o meu melhor. Não porque tem que ser. Mas porque eu sou mesmo assim. Eu sou alguém que gosta de dar o seu melhor a todo o momento.

E, com isso, digo e afirmo que, talvez, este venha a ser o meu melhor amigo nos momentos de maior aflição. Talvez venha a ser o meu companheiro de jornada. Talvez consiga encontrar aqui aquilo que me falta no dia-a-dia.

Assim, este cantinho será aquele que nos acompanhará. Não sei durante quanto tempo, mas sei que estarei aqui até que já não faça sentido continuar. Até que perca de vez o rumo.

Prometo, porém, ser eu mesma. Ser a pessoa louca e de cabeça nas nuvens que sou, ser a pessoa que divaga por este Universo e por muitos outros, até que, um dia, nada disto se enquadre em mim.

Esta sou eu. Ella Morgan: escritora amadora, aluna e uma alma perdida no Universo. Bem-vindos a esta montanha russa, bem-vindos a esta nova aventura.
De hoje em diante, o céu é o limite!"

Sim...
Talvez este fosse o texto que deveria escrito na altura. Talvez... Não sei... Não posso voltar atrás.

Por isso, com este novo começo, deixo-vos aquilo que penso que teria escrito se, na altura, a inspiração o tivesse permitido!

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Ella Morgan
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Three years ago I started this blog and at the time I wasn't sure how to start writing. So I waited a few days for inspiration.

At the time, the post came out, a little awkward, but that's what I felt at the time. I don't regret what I wrote, but if it was today, I might write something like this:

"I don't know where to start. A whirlwind of ideas crosses my mind, and the truth is, I don't know what to write. Or even why to write.

Maybe because I want to find and discover this side of me that makes me write wills just because I want. Or maybe simply because I want to show who I really am.

I don't promise anything about this new blog of mine, but I know I'll do my best. Not because it has to be. But because I'm that. I am someone who likes to give his best all the time.

And with that, I say and admit that perhaps this will be my best friend in times of greatest distress. Maybe it will be my fellow traveler. Maybe I can find what I lack here every day.

So, this little website will be the one that will accompany us. I don't know how long, but I know I'll be here until it makes no sense to continue. Until I completly lose my way.

But I promise to be myself. To be the crazy, cloud-headed person I am, to be the rambler for this universe and many others, until one day none of this fits me.

This is me. Ella Morgan: Amateur writer, student, and a lost soul in the Universe. Welcome to this roller coaster, welcome to this new adventure.
From today onwards, the sky is the limit! "

Yeah...
Perhaps this was the text that should have been written at the time. Maybe... I don't know... I can't go back.

So, with this new beginning, I leave you with what I think I would have written if, at the time, inspiration had allowed it!

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Ella Morgan
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Desde que o ano letivo começou, a minha vida mudou imenso... Posso dizer e admito de viva voz, tenho estado muito distraída. E isso é algo que não quero, de todo.

Bem... agora que penso duas vezes... Talvez os meus motivos de distração tenham começado antes e eu não me tenha apercebido que, enquanto vagueava em pérolas de âmbar algo de diferente em mim surgia.

A verdade é, como já disse, não quero estar distraída. Porque isso é uma perda de tempo e porque tenho mais o que fazer do que andar por aí a pensar no que não devo, quando não devo, por mais irracional que seja o facto de não me dar conta de quando começo a sair da minha própria órbita.
Estas distrações têm-me mantido afastada dos assuntos da Universidade, por vezes dos escuteiros, do blog e, acima de tudo, de mim mesma.

Eu não sou assim. Pelo menos, não me achava dessas pessoas que, sem perceberem, (como se vivêssemos num daqueles filmes clichês), se dava conta de estar a pensar no que não devia, quando não devia. Sempre fui muito focada naquilo que queria e, só o facto de algo ter mudado - sim, porque eu sei que algo mudou - mexe comigo de uma forma que eu não quero.

Há uns dias, falei com uma amiga minha... E as palavras que ela usou permitiram-me perceber que isto já foi longe de mais e que eu tenho que mudar. Não me posso dar ao luxo de me distrair do meu futuro, daquilo que eu quero de verdade, daquilo que eu sou...

Por isso, decidi recomeçar.

Em breve, o blog terá um novo nome e um novo link! Foi uma decisão que já desde o verão me tem estado na cabeça e sei que chegou a altura de mudar: mudar para aquilo que eu era antes de conhecer o que conheço atualmente. Mudar para antes de tudo isto ter começado. Mudar para antes de todas aquelas distrações que me inquietam a alma e porque eu não quero sentir-me nervosa com o simples facto daquela existência, que me assombra dia e noite os pensamentos.

Mudar. Essa é a palavra que define os meus pensamentos neste momento.

Sei que o Here and Now será sempre o Here and Now e que antes - há quase três anos - era o Moonlight Destin.

Acreditem, eu não queria ter que o fazer, mas não vejo outra opção. Tenho que por um ponto final no que quer que isto seja e, acima de tudo, tenho que me focar naquilo que sou: uma futura bióloga, ainda estudante, escuteira e escritora amadora. Isto é o que eu sou. É o que eu quero na minha vida. E, para isso, há que focar-me. Focar-me naquilo que era antes deste verão. Focar-me nisto que era antes e sinto que, ao mudar, em parte, o blog, estarei a fazer um reset. Estarei a iniciar tudo de novo, como se nunca nada disto tivesse acontecido.

Como se nunca me tivesse ausentado tanto tempo do blog. Como se nunca me tivesse distraído da Universidade. E é isso que preciso. Preciso de voltar. Voltar ao que era. Voltar a ser eu e só eu!

Espero que compreendam... E, acima de tudo, que gostem do novo ar do blog, que será o início deste recomeçar.

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Since the school year started, my life has changed a lot... I can tell you, and I admit it, I've been very distracted. And this is something I don't want at all.

Well... now that I think twice... Maybe my reasons for distraction started earlier and I didn't realize that as I wandered in amber pearls something different about me came up.

The truth is, as I said, I don't want to be distracted. Because it's a waste of time and because I have more to do than walk around thinking about what I shouldn't, when I shouldn't, no matter how irrational I don't realize when I'm starting to get out of my own. orbit.

These distractions have kept me away from university affairs, sometimes from scouts, from the blog and, above all, from myself.

I'm not like that. At least I didn't think of those people who, without realizing it (as if we were living in one of those cliché movies), realized that they were thinking about what they shouldn't, when they shouldn't. I've always been very focused on what I wanted, and just the fact that something has changed - yes, because I know something has changed - messes with me in a way that I don't want.

A few days ago, I spoke with a friend of mine... And the words she used allowed me to realize that this has gone too far and that I have to change. I can't afford to be distracted from my future, what I really want, what I am...

So I decided to start over.

Soon, the blog will have a new name and a new link! It was a decision that has been on my mind since summer, and I know the time has come to change: change to what I was before, before what I know today. Switch to before this all started. Change before all those distractions that disturb my soul and because I don't want to be nervous about the simple fact of that existence, which haunts my thoughts day and night.

Change. That is the word that defines my thoughts right now.

I know that Here and Now will always be Here and Now and that before - almost three years ago - was Moonlight Destin.

Believe me, I didn't want to have to, but I don't see another option. I have to put an end to whatever this is and, above all, I have to focus on what I am: a future biologist, still a student, scout and amateur writer. This is what I am. It's what I want in my life. And for that, I need to focus. Focus on what it was before this summer. Focus on this as it was before and feel that by partially changing the blog, I will be resetting it. I'll be starting all over again, as if none of this ever happened.

As if I had never been absent so long from the blog. As if I had never distracted me from the University. And that is what I need. I need to go back. Back to what it was. Be me and only me!

I hope you understand... And most of all, you enjoy the new look of the blog, which will be the beginning of this restart.

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A mania de escrever é, talvez, a minha maior mania. Escrevo em tudo o que é lugar. É algo praticamente inato a mim, algo que faço por gosto e que faço por diversão. Raramente me sinto obrigada a escrever, tal como me sinto quando estou em aulas, ou quando tenho que fazer relatórios.

Mas hoje não vos vim falar desta minha mania, pois já vos falei dela várias vezes. A mania que vos venho falar hoje é a mania de procrastinar nos momentos mais inoportunos da minha vida.

Vamos lá admitir... Quem nunca procrastinou? E quem nunca se arrependeu disso? Bem... Eu faço isso praticamente todos os dias, principalmente no que diz respeito à escrita de relatórios, atas, apontamentos, histórias... Tudo! Procrastinar é a minha vida, mas não devia ser.

Afinal, qual é a vantagem de deixar as coisas para depois? Como disse, eu faço isso, mas arrependo-me, porque depois começo a entrar em pânico porque os prazos são curtos. Então, como é que eu comecei a evitar fazê-lo?

Bem, como o meu horário é terrível e tenho tempos livres entre aulas desnecessários, acabo por aproveitar esses espaços para escrever tudo o que adio em casa.

Se dá bom resultado? Desde o início do ano que tem dado muito bom resultado, por isso, continuei a fazê-lo. E assim, como aproveito os espaços entre as aulas, acabo por ter mais tempo em casa para não fazer nada da vida (ou praticamente nada), o que me resulta em tempo livre para desenhar, estudar, ler... Ou simplesmente fazer trabalhos de grupo. Resumindo, tenho tempo para fazer tudo menos escrever, porque não me apetece escrever em casa, então adio para outras ocasiões.

Dá imenso jeito escrever nas pausas das aulas, permite-me descansar depois de o meu cérebro apanhar com uma lavagem de matéria e também me permite adiantar as coisas que devia ter feito em casa e que não fiz porque simplesmente queria deixar para depois.

E vocês? Já se arrependeram de procrastinar?

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The writing craze is perhaps my biggest craze. I write in all that is place. It's practically innate to me, something I do for pleasure and I do for fun. I rarely feel compelled to write, as I do when I am in class or when I have to report.

But today I didn't come here to tell you about this craze of mine, because I have told you about it many times. The craze I come to tell you today is the craze to procrastinate at the most inopportune moments of my life.

Let's admit it ... Who never procrastinated? And who has never regretted this? Well ... I do it practically every day, especially when it comes to writing reports, minutes, notes, stories ... Everything! Procrastinating is my life, but it shouldn't be.

After all, what is the benefit of leaving things for later? Like I said, I do that, but I regret it, because then I start to panic because the deadlines are short. So how did I start to avoid doing so?

Well, because my schedule is terrible and I have unnecessary free time between classes, I use these spaces to write everything I don't at home.

Does it work well? Since the beginning of the year it has been doing very well, so I have continued to do so. And so, as I enjoy the spaces between classes, I end up having more time at home to do nothing in life (or practically nothing), which gives me free time to draw, study, read... Or just do group works. In short, I have time to do everything but write, because I don't feel like writing at home, so I do it for other occasions.

It is a great way to write in class breaks, it allows me to rest after my brain catches up with a matter wash and it also allows me to advance the things I should have done at home that I didn't do because I simply wanted to leave it later.

And you? Have you regretted procrastinating?

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Hi everyone!
Outono... O tempo das chuvas e das folhas coloridas. Finalmente ele voltou, o que é ótimo, a meu ver. Porquê?

1. A chuva voltou. O que significa que as noites embaladas pelo som da água a bater nas janelas voltaram e o conforto dos cobertores também!

2. Estamos mais perto do inverno. E, consequentemente, mais perto do Natal!

3. É tempo das roupas quentinhas e fofinhas.

Por outro lado, tudo isso pode ser péssimo...

1. A chuva molha e é fria e escorregadia.

2. A época das doenças está à porta.

3. O frio é tanto que parece que nada nos aquece.

Mas o que importa é que, no final do dia voltamos a casa e podemos estar no conforto das nossas casinhas e estar bem aconchegados com a nossa família a ver um bom filme... ou talvez a estudar. Eu adoro o Outono, mas admito que, o que mais me entusiasma é o facto de estarmos cada vez mais perto do Inverno e do Natal, pois esses sim, são os Reis do ano!

E vocês? O que acham do regresso do outono?

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Hi everyone!
Autumn... The time of rain and colorful leaves. Finally it came back, which is great, in my view. Why?

1. The rain has returned. Which means that the nights packed with the sound of the water splashing on the windows are back and the comfort of the blankets too!

2. We are closer to winter. And therefore closer to Christmas!

3. It's time for warm, cuddly clothes.

On the other hand, all of this can be terrible...

1. Rain is wet and cold and slippery.

2. The time of disease is at hand.

3. The cold is so cold that it seems that nothing warms us.

But what matters is that, at the end of the day, we come home and we can be in the comfort of our little houses and be cozy with our family watching a good movie... or maybe studying. I love autumn, but I admit that what excites me most is the fact that we are getting closer to winter and Christmas, because those are the Kings of the year!

And you? What do you think about the return of autumn?

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