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Começo este post com a mesma imagem que comecei, há três anos, a minha vida Universitária. Na verdade, tenho vindo a adiar este post. Adiei-o desde o segundo semestre do primeiro ano porque nunca me senti preparada a falar do semestre anterior. Para mim, estava acabado, não valia a pena falar dele. Mas desta vez, este título (e, por consequência, este post) tem duplo significado.
Hátrês anos (mais coisa menos coisa) entrei para Biologia Aplicada na UMinho (esqueçamo-nos do tempo antes disso). E mesmo assim não era o curso que queria. O que eu queria seguir era Bioquímica, não sabia eu o quão iria adorar este curso. Mas fiquei.

Mesmo tendo passado um primeiro ano estranho, em todos os níveis. Mesmo que o meu primeiro ano tenha sido o pior ano da minha licenciatura e não foi por causa das disciplinas, mas sim por assuntos que me afetaram pessoalmente. Mesmo que, ao longo deste tempo todo, muitos me tenham dito para desistir ou para seguir outra área, fiquei neste curso.

Estes últimos dois semestres foram também estranhos. Quase não tive aulas práticas e as que tive, mal pareciam ser aulas. Foi estranho, mas sobrevivi! Fiz melhorias e, por isso, ausentei-me propositadamente do Blog. Das três que fiz, consegui 2. Tentei, contudo, voltar aqui, dizer-vos como tinha sido o primeiro semestre. Mas não o fiz, pois poucas horas depois da última melhoria, recebi a lista de propostas de Projetos finais de Licenciatura. Não queria, mas ao mesmo tempo queria.

Não queria aceitar que era verdade, que estava a acabar o curso, mesmo que aos poucos já o começasse a aceitar devido aos pequenos sinais como as notas finais das últimas disciplinas e a adição das disciplinas de opção na plataforma. Não queria porque tinha medo do que pudesse vir a acontecer, de não ter média suficiente para entrar num mestrado que me interessasse.

A verdade é que estava preparada. E ainda hoje não me sinto preparada. Nunca estive preparada para aceitar o facto de que tudo tem um fim. Não estou preparada para o facto de, mais uma vez, ter que sair da minha zona de conforto e ter que me "obrigar" a falar com pessoas novas, ter que conhecer novos possíveis futuros "aliados". Não quero aceitar o facto de que para o ano poderei estar em mestrado e muito menos quero aceitar o facto de ter que escolher um, tal como tive que escolher um tema de projeto. Ao mesmo tempo, queria que tudo acabasse para que finalmente possa demonstrar aquilo porque tanto tenho lutado. Para que finalmente eu cumpra os meus objetivos.

Acabei por terminar a Licenciatura no início do mês, frustrada. Passo a explicar: a minha média final é 13,944. Não é grande coisa, arredonda para 14, no certificado. Mas no mestrado... Não arredonda. Espero, sinceramente, que aqueles 0,056 valores não ditem se fico ou não de fora de algum mestrado, tal como fiquei na primeira fase. Sim, já tinha concorrido ao mestrado no fim de maio, recebi a resposta dia 18 de junho e não entrei no que queria. Talvez até nem tenha sido da média, mas sim da grande quantidade de pessoas que se candidataram ao mesmo mestrado, mas não entrei. Senti que a história se estava a repetir: não entrar no que mais queria. Por isso, candidatei-me na segunda fase a quatro mestrados: todos eles fora da minha zona. Não se se vou entrar nalgum, mas dia 22 irei descobrir.

Então? E porque é que não vim antes ao blog, mesmo tendo terminado a Licenciatura no início do mês?

A resposta a essa pergunta fica para um próximo post. Tal como a história da Imposição de Insígnias, a história completa do Projeto, entre outras histórias.

Este foi o meu último ano, último semestre, as últimas decisões. Esta, foi a razão para me ter ausentado durante tanto tempo.

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Ella
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Hi everyone!
Como todos os anos, mais uma vez chegou a altura de regressar às aulas e, no meu caso em específico, é a altura de regressar à Vida Universitária.
Sinceramente, sempre gostei de regressar às aulas. Quero sempre estar atenta a todas as aulas, tirar o máximo de apontamentos possível... Mas todos nós sabemos que isso não é, de todo, possível.

Mais uma vez, como no ano passado, o meu horário é terrível. Há aulas que só tenho de três em três semanas e tenho tempos livres desnecessários entre as aulas. De facto não é o melhor horário do Universo, mas isso não é sequer o pior. O pior é voltar a ter aulas em auditórios que, tal como vos tinha dito há uns meses, numa outra publicação, é um pesadelo! E claro que tudo se torna pior quando temos lá testes ou quando os testes de várias disciplinas coincidem não só na semana, mas também no dia. Isto só para lembrar que nós somos seres humanos, não máquinas de testes.

E os professores novos? Bem... Alguns deles são mais irritantes do que o meu professor de estatística do ano passado. Eu até chego a ter pena deles. Eles tentam, mas isso não significa que consigam o que querem... Então a minha professora de Zoologia... Ela esforça-se, mas não resulta. E pensava que a disciplina seria mais interessante e que o maior animal que fossemos estudar não fosse uma esponja ou um lagostim... Afinal enganei-me e desiludi-me.

Mas nem tudo é mau no regresso às aulas. Tal como vos disse, eu adoro voltar às aulas: ver os velhos amigos, conhecer novos amigos, ter professores novos. Sim, professores novos nem sempre são maus E, desta vez, tenho pelo menos um professor novo que não é tão chato e irritante como os outros! Sinceramente, adorei a primeira aula dele, foi fantástico a forma tão energética como ele dá as aulas e fala das coisas com paixão. Tenho que admitir, é inspirador! Então o programa das aulas? Não podia cativar-me mais.

Claramente que também gosto de voltar às aulas para poder acabar o curso e não me é fácil saber que para o ano acabarei a licenciatura... Está tão perto e tão longe ao mesmo tempo...

E este foi o meu regresso às aulas. E o vosso, como foi?

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Hi everyone!
Like every year, once again the time has come to return to school, and in my particular case, it is time to return to university life.
Honestly, I've always enjoyed going back to school. I always want to be attentive to all classes, get as many notes as possible ... But we all know that this is not possible at all.

Again, like last year, my schedule is terrible. There are classes that I only have every three weeks and I have unnecessary free time between classes. In fact, it's not the best part in the universe, but it's not even the worst. The worst thing is to take back classes in auditoriums which, as I told you a few months ago, in another publication, is a nightmare! Of course, everything gets worse when we have tests there or when tests from various disciplines coincide not only in the week, but also in the day. This just to remind that we are humans, not testing machines.

And the new teachers? Well... Some of them are more annoying than my statistics teacher last year. I even pity them. They try, but that doesn't mean they get what they want... So my zoology teacher... She tries but it doesn't work. And I thought the discipline would be more interesting and that the biggest animal we were going to study wasn't a sponge or a crayfish... After all I am wrong and disappointed.

But not everything is bad on the way back to school. As I told you, I love be back to school: seeing old friends, meeting new friends, having new teachers. Yes, new teachers are not always bad And this time I have at least one new teacher who is not as boring and annoying as the others! Honestly, I loved his first class, it was amazing how energetic he gives his classes and talks about it with passion. I have to admit, it's inspiring! So the class program? I couldn't captivate myself anymore.

Clearly I also like to go back to school so I can finish the course and it is not easy for me to know that for the next year I will finish my graduation... It's so close and so far at the same time...

And this was my return to school. And yours, how was it?

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Hi everyone!
Como sabem, tenho estado em estágio e, por isso, vim contar-vos aqui a história mais épica que alguma vez me aconteceu em laboratório. Não que o laboratório seja a coisa mais fascinante de sempre, mas esta história ainda não me saiu da cabeça.

Então estava eu no laboratório a fazer o meu trabalhinho e a lavar algumas plantinhas, quando dei por mim a pensar "Isto vai ser rápido, está limpíssimo: sem terra ou bichinhos..." Passei então as plantas para um tabuleiro com água desionizada e separei-as em dois montes.

Nesse preciso momento, o meu mundo parou.

Lá do meio saiu um lagostim juvenil, com cerca de três ou quatro centímetros, que me assustou, fazendo as minhas colegas rirem-se. Elas acharam o pequenote lindo, tiraram fotos e tudo mais, enquanto eu recuperava do meu quase ataque cardíaco. Voltamos depois ao trabalho e, para o bichinho não me ir novamente para as plantas, decidi pô-lo numa placa, junto com outros bichinhos.

Para meu espanto (que devia ser mais do que previsível), mal peguei no lagostim com a pinça, assustei-me com a forma como ele se mexia. Eu não lhe queria fazer mal, mas tinha que o tirar dali. Foi então que, mais uma vez as minhas colegas se riram e foram lá ajudar-me a tirá-lo de lá. Algo que também foi difícil para elas.

Alguns minutos depois, uma das professoras que nos está a acompanhar, foi à minha beira e, assim que viu aquela criatura, disse-me: "Meu Deus, apanhaste um lagostim! Que giro! Vou chamar o professor." Momentos depois, lá estava ele a recolher o pequenote para o aquário de lagostins que eles têm por lá e contou-nos também que é uma espécie invasora e, por isso, não é permitido devolvê-lo, daí serem obrigados a guardarem-nos ali.

Com essa descoberta, foi chamar um outro professor para nos tirar dúvidas acerca dessa espécie, pois está a investigar essa espécie e, assim que lá chegou - feliz por ter mais um bichinho para criar - foi ao aquário buscar um dos grandes para que o víssemos de perto. Claramente que tive que ir para o outro lado da sala e fez-me confusão a forma como ele lhe mexia e o desenrolava, como as pinças o podiam magoar... Brincou um pouco com ele e, depois, foi-se embora. Isso assustou-me.

Na altura, as minhas colegas disseram-me que ele não me ia matar, mas acreditem que se o lagostim tivesse saltado da mão do professor, eu teria tido um ataque cardíaco.

Bem, aparentemente fiz uma descoberta única, mas que me ia matando por duas vezes de ataque cardíaco. Por outro lado, também descobri que, para o ano, vou ter uma aula de zoologia em que também vou ter que brincar com os lagostins e observá-los de perto. Só espero é que mantenham aquelas pinças bem longe de mim ou vamos ter problemas!

E esta foi a festa de lagostins lá no laboratório. Sei que não é grande coisa, porém, estamos num laboratório, a coisa mais épica que me aconteceu além disto foi queimar a bata, cinco segundos depois de o professor dizer "Cuidado que vais queimar a bata." Ao menos, conheci os lagostins e, apesar de me terem pregado dois sustos, sei que, da próxima vez, vou estar mais preparada para o que vier aí!

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Hi everyone!
As you know, I've been on an internship, and so I've come here to tell you the most epic story that ever happened to me in the laboratory. Not that the lab is the most fascinating thing ever, but this story has not left my mind yet.

So I was in the laboratory doing my work and washing some little plants, when I found myself thinking, "This is going to be fast, it's very clean: without dirt or bugs..." I then passed the plants to a tray with deionized water and I divided them in two.

Right then, my world has stopped.

Down the middle came a juvenile crawfish, about three or four centimeters, which frightened me, making my colleagues laugh. They found the little animal beautiful, took pictures and everything as I recovered from my near-heart attack. We returned to work later, and for the pet not to go back to the plants, I decided to put it on a plate, along with other animals.

To my amazement (which must have been more than foreseeable), I barely caught the crawfish with the tweezers, I was startled by the way he moved. I didn't want to hurt him, but I had to get him out. It was then that, once again my colleagues laughed and went there to help me get him out of there. Something that was also hard for them.

A few minutes later, one of the teachers who is accompanying us, came to my side and, as soon as she saw that creature, she said to me: "My God, you got a crawfish!! So Cool! I'll call the teacher." 
Moments later, another teatcher was collecting the little one for the crayfish aquarium they have there and also told us that it is an invasive species and, therefore, it's not allowed to return it, hence they are obliged to keep them there.

With this discovery, he called another teacher to clarify us about this species, once he is investigating this species, and as soon as he arrived - happy to have another pet to create - he went to the aquarium to get one of the bigs to see closely. Clearly I had to go to the other side of the room and I was confused the way he moved and unrolled it, how the tweezers could hurt him... He played with it a bit and then went away. That scared me!

At the time, my colleagues told me it wouldn't kill me, but believe me if the crawfish had jumped out of the teacher's hand, I would have had a heart attack.

Well, apparently I made a unique discovery, although it was killing me twice with a heart attack. Besides that, I also discovered that for the next year I'll have a zoology class where I will also have to play with the crayfish and watch them closely. I just hope they keep those tweezers away from me or we'll have problems!

And this was the crawfish party there in the lab. I know it's no big deal, but we're in a lab, the most epic thing that happened to me besides that was to burn my lab coat, five seconds after the teacher said "Be careful you're going to burn the lab coat." At least I've met the crawfish, and even though I've been scared twice, I know I'll be better prepared for what comes next time!

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Hi everyone!
Lembram-se de no último post vos ter falado daquela oportunidade de estágio? Pois é, eu concorri e ontem recebi um e-mail a convocar-me para uma "entrevista" a realizar-se hoje ao meio dia. E por isso, assim que cheguei a casa, decidi vir aqui para vos contar como correu esta "entrevista".

Apesar de eu ter que estar lá ao meio-dia, cheguei lá uma hora mais cedo - tal como a professora - e fiquei lá sentada, no corredor, à espera que chamassem ou outra coisa qualquer, enquanto ela se reunia com as pessoas do projeto. Entretanto, mais alguns colegas foram chegando e eu percebi logo que era a única do meu ano... Ou seja, começou logo muito bem (só que não).

Se eu estava nervosa? Sim, estava, cheguei mesmo a ponderar em não ir porque, afinal, estou no primeiro ano e a minha experiência em Ecologia é zero, mas depois lembrei-me que, se não fosse suposto eu candidatar-me, a professora não iria pedir à delegada do primeiro ano para divulgar a proposta de estágio pelos colegas. Por isso, decidi ir e aproveitar. Afinal, mesmo que a resposta fosse não, eu tinha tentado e já estava feliz por isso.

Assim, chegada à hora, fomos para uma outra sala, onde seria a tal entrevista e, claramente que eu pensava que nos iam chamar um a um e que ia ser só com a professora com quem trocáramos e-mails e que nos iriam fazer uma data de perguntas como "o que nos motiva", ou "maior qualidade", mas não. Entramos todos na mesma sala e estavam lá todos os professores e colaboradores do projeto e, após nos sentarmos, começámos por nos apresentar.

Foi nesse momento que percebi que, cinco eram do segundo ano do meu curso e os restantes dois que lá estavam: um era do terceiro ano de Biologia e Geologia e o outro já estava no mestrado, resumindo, eu era a mais nova daquela sala.

Nesse momento, perguntaram-nos a disponibilidade e, depois de toda a gente dizer que tinha o mês de julho todo livre, lá tive eu que lhes dizer os dias em que eu não estava disponível por ter acampamentos ou para fazer melhorias... Sim, provavelmente passei para a lista negra deles, mas lá continuaram com a conversa, até que, a professora com quem contactáramos, nos disse: "Precisamos de x pessoas para aqui, y para aqui e z para ali, num total de cinco pessoas".

Estávamos, ao todo, oito concorrentes e uma colaboradora do projeto, após ouvir a proposta da outra professora, propôs que se aceitasse à mesma os oito, pois assim o trabalho seria facilitado. E foi então que se tornou oficial que eu entrara no estágio.

A partir daí, estiveram só a delinear quem ficava com que tarefa e quando começaríamos, pelo que, aquilo que seria uma entrevista, em que nos fariam uma data de perguntas, tornou-se apenas numa reunião para nos dizer em que iríamos trabalhar.

Amanhã, vou oficialmente começar, de manhã e, depois, só lá volto na quarta. A partir daí, vai ser sempre (ou quase sempre) a correr. Em breve, atualizo-vos das minhas aventuras deste verão. Afinal, vou ter muito para vos contar!

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Hi everyone!
É verdade, estamos em junho, logo, estamos na época de exames e recursos. Claro que ir a recurso nunca é bom, contudo, quando há algum teste que nos corre mal, nós não temos opção e isso, para mim, não é um problema!

No meu caso, este semestre vou a um recurso, pelo menos, para já. Como tal, decidi vir aqui explicar-vos como é que, para mim, o recurso não é um problema!

Para começar, tendo em conta que todos os alunos vão a todas as aulas e prestam atenção às mesmas (eu sei que isso por vezes é impossível), teoricamente, deveríamos ser os primeiros a saber a matéria toda e a perceber tudo. Porém, como é óbvio, muita da matéria que damos pode ser fácil na teoria, mas na prática, bem que é impossível.

É por isso que, no fim do dia tento ao máximo ter a certeza de que percebi tudo, revendo os PowerPoints ou até os apontamentos que tiro das aulas, quando não temos o material das aulas disponível.

Claramente isso não resultou comigo em Química Orgânica, pelo menos no segundo teste, já que no primeiro tive um 15 e neste... bem, vamos deixar as desgraças para outra altura!
Foi então que, assim que soube onde errei, comecei logo a procurar saber mais sobre essa matéria. Procurei nos livros, na internet, fui à biblioteca... felizmente, para já, não precisei de ir a nenhum explicador. Sim, porque desenganem-se se pensam que os explicadores só existem até ao secundário!

Para mim, o recurso é como um teste normal, daqueles da época de aulas, em que está a turma toda focada no teste. Neste caso, apesar de só estar meia dúzia de pessoas na sala, não há por onde entrar em desespero e deprimir! É apenas um teste como todos os outros.

Por isso, aproveitei estes últimos dias (tendo em conta que o exame é só dia 21) e comprei café solúvel (na falta de melhor, quem não tem cão, caça com gato!), levantei-me nem muito cedo, nem muito tarde, fiz a minha rotina normal e estudei - manhãs e tardes e noites - a matéria onde tenho mais dificuldade. Por agora, tudo está bem mas, se vir que mesmo assim não resulta, vou ao gabinete do professor. E se ainda assim não der, vou a um explicador.

Esta disciplina vai ser feita este ano. Quer o Universo queira, que não!

Por estes motivos o recurso não é, de todo, um problema para mim. A motivação de saber que para o ano nesta altura o meu problema será física (disciplina que mais odeio e ao qual já conto não passar à primeira), a motivação de saber que posso passar a todas as disciplinas deste semestre e ir descansada para férias e, acima de tudo, a motivação de saber que posso ganhar esta guerra, não me deixa ver o recurso como uma possível ameaça, mas sim como uma oportunidade de estar na frente da batalha e poder dar tudo de mim para ganhar!

Por isso, tenham calma! O recurso não é nada mais do que um simples teste em que somos avaliados. E já devíamos estar habituados a isso. Afinal, somos alunos há quase uma vida e fazemos testes desde sempre!
Penso que, escusado é dizer que, embora o recurso não seja um problema para mim, claro que se reprovar, isso passa a ser um problema... e dos grandes!

E vocês? O que acham dos recursos? Alguma vez foram a algum? Como o superaram?

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Hi everyone!
Ao longo do nosso percurso académico, deparamo-nos com professores ou disciplinas que não suportamos e, no entanto, temos que fazer um esforço para não estragar tudo, porque, afinal, precisamos dessas notas para não chumbar à disciplina.
No meu caso, se odeio algo, é muito difícil para mim ser hipócrita o suficiente para não estragar tudo, contudo, ao longo do tempo, fui aprendendo a controlar-me para que, no final, pudesse livrar-me daquilo que não suporto!

Por isso mesmo, vim falar-vos de algo que me ajuda nos momentos em que estou quase a entrar em erupção por detestar algo ou alguém:

Plástico-bolha!

Sim, eu tenho em casa desse plástico e se vocês não têm, deviam ter! Acreditem ou não, é uma maravilha quando queremos ficar calmos! Claro que não vou com um quadrado de plástico-bolha para a universidade, isso seria, no mínimo, estranho. Mas tenho sempre um pouco disso no quarto para quando estiver a estudar e me lembrar do quão detestáveis são certas disciplinas ou professores!

E quando estou nas aulas?

Bem...
No caso dos professores, tenho ouvir aquilo que realmente interessa, apontar isso e ignorar o que não interessa, por vezes é difícil separar uma coisa da outra, eu sei, porém, se o objetivo é ter uma boa nota no teste, convém estar-se atento ao que o professor diz sobre a matéria! Quando mesmo assim não consigo ficar imparcial às parvoíces, normalmente fecho as mãos, numa tentativa de me acalmar e, assim que chego a casa, o plástico-bolha é o meu melhor amigo!

Em relação às disciplinas, não me resta opção a não ser aguentar, como quem toma um xarope horrível. O que importa é aprender, por isso, mantenho-me atenta e nos momentos mais difíceis, aguento tudo para quando chegar a casa. Claro que, em caso de dúvida, pergunto ao professor e/ou colegas e, por vezes, não tenho alternativa a não ser decorar a matéria. Sei que primeiro deve-se perceber, mas não me podem dizer que sempre perceberam tudo o que vos disseram e nunca decoraram nada Nós somos humanos, é normal não percebermos tudo!

Resumindo:
Por mais que odiemos certos professores ou disciplinas, é importante, para nós e para o nosso futuro, tentar, de certa forma, saber separar as coisas. E, por mais que detestemos algo, há que ver sempre o lado positivo!
No meu caso, é saber que, quando chegar a casa, vou ter plástico-bolha para rebentar!

Escusado será dizer que, este plástico não só é uma boa terapia para quando não suportamos algo, mas também para aqueles momentos difíceis de ansiedade e nervosismo!
Por isso, já sabes: sempre que te sentires chateado(a) e/ou ansioso(a), usa um pouco de plástico-bolha! Vais ver que resulta!
E para quem não o tiver, experimentem ir ao vidrão mais próximo e levar umas garrafas de vidro, também é ótimo!

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Ella
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Hi everyone!
Hoje vim aqui falar-vos de um evento que ocorreu na semana passada: as I Jornadas da Ciência. Estando eu no primeiro ano, não sabia bem o que esperar desta semana que passou, porém, acabei por ir a todos os dias, só para ver o resultado e o que iria acontecer.
Estas jornadas, foram conjuntas, ou seja, a organização foi feita por quatro dos cursos da escola de ciências e, sinceramente, não podia ter feito mais sentido, afinal, todos nós trabalhamos mais ou menos para o mesmo objetivo: fazer ciência.
Cada dia, foi dedicado a um dos cursos, por isso é que no primeiro apanhei uma seca de geologia. Afinal, apesar de também fazer parte da ciência, não é propriamente a minha área preferida...
Já o segundo dia e o terceiro, dedicaram-se a temas ao qual já me interesso mais: Biologia Aplicada e Bioquímica. E, por último, Ciências do Ambiente, que me surpreendeu bastante pela positiva, gostei imenso das palestras.
E não, a semana não foi só palestras, no fim do dia, tive workshops variados. Os que fiquei, não podiam ter sido mais oportunos, adorei cada um, embora o título não fosse o mais apelativo, nalguns dos casos, mas não me arrependo de os te escolhido!
No último dia, havia saída de campo e admito que acabei por não ir, pois já não me consegui inscrever e, de noite, o jantar de gala que, mais uma vez, faltei (em minha defesa, sinto-me um peixe fora de água nesses ambientes de "gala").
E estas foram as jornadas. Um conjunto de palestras e, principalmente, testemunhos de antigos alunos, complementado por workshops. Sinceramente, não foi mau de todo, consegui descobrir que afinal não sei ao certo aquilo que quero seguir, e agora tenho uma lista enorme de possibilidades, quando antes apenas tinha um único tópico, agora tenho vários, desde astrobiologia, às ciências marítimas e à indústria farmacêutica... Mas estando eu no primeiro de três anos, ainda tenho tempo para decidir e, se calhar, para o ano, já terei mais noção daquilo que realmente quero seguir. Até lá, continuarei a batalhar nas aulas a tentar perceber se quero ou não seguir certas áreas.

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Hi everyone!
Today I came here to tell you about an event that took place last week: the I Journey of Science. Being in the first year, I was not sure what to expect this past week, however, I ended up going to every day, just to see the result and what would happen.
These journeys were joint, that is, the organization was made by four of the science school courses and, frankly, couldn't have made more sense, after all, we all work more or less for the same purpose: to do science.
Each day, it was dedicated to one of the courses, so it is that in the first one I caught a geology drought. After all, although it is also part of science, it is not exactly my favorite area...
Already the second day and the third, they dedicated themselves to subjects to which I am already more interested: Applied Biology and Biochemistry. And lastly, Environmental Sciences, which surprised me quite positively, I really enjoyed the lectures.
And no, the week was not just lectures, at the end of the day, I had varied workshops. Those in wich I stayed, couldn't have been more appropriate, I loved each one, although the title wasn't the most appealing, in some cases, but I don't regret choosing them!
On the last day, there was a field trip and I admit that I didn't go, because I couldn't sign up and, at night, the gala dinner that I missed again (in my defense, I feel like a fish out of water in these "gala" environments).
And these were the journeys. A set of lectures and, mainly, testimonies of former students, complemented by workshops. Honestly, it wasn't bad at all, I was able to find out that after all I'm not sure what I want to do, and now I have a huge list of possibilities, when before I only had a single topic, now I have several from astrobiology to marine sciences and pharmaceutical industry... But being in the first of three years, I still have time to decide and, perhaps, for the next year, I will have more notion of what I really want to do. Until then, I will continue to struggle in class to try to figure out whether or not I want to follow certain areas.

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Hi everyone!
Como sabem, este ano entrei para a faculdade e, como é óbvio, há sempre aqueles mitos que todos pensamos que são verdade, mas que, na realidade não são.
Por isso, hoje trago-vos três mitos acerca da Universidade que não são bem como dizem.

1. A Universidade é enorme! Vamos perder-nos de certeza!

Neste caso, a única verdade é que, de facto, a universidade é enorme! Mas isso não significa que se vão perder! Aliás, pelo menos no meu caso, até é bastante fácil de nos orientar pelos corredores. É exatamente igual a andar nos corredores do secundário, ao fim de umas duas semaninhas, habituam-se a tudo e já sabem todos os caminhos e corredores!

2. Os professores nunca vão decorar o vosso nome.
Não sei se eu é que tive sorte com os professores que tenho ou se simplesmente a universidade onde estudo é diferente de todas as outras, contudo, todos os meus professores sabem não só o meu nome, como também o dos meus colegas! E não, não somos apenas 15 alunos. Somos mais de 60! Por isso, podem deixar de lado este mito que, como vos disse, é mentira!

3.Ter boas notas é impossível.
Meus caros, isto depende apenas de todos nós! Não é impossível ter boas notas, mas também não digo que é fácil. Os critérios de avaliação mudam um pouco, sim, porém, ter boas notas depende única e exclusivamente de nós, estudantes. Afinal, se não estudarmos, nunca iremos ter uma boa nota.

E estes foram os 3 mitos que, pelo menos eu, ouvi durante todo o secundário de pessoas que passavam para a Universidade e que, desde que entrei na faculdade, decobri que são mentira! E vocês o que dizem? Eu é que tenho sorte na Faculdade onde estou, ou também acham que estes mitos são mentira? Contem-me tudo nos comentários!

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Hi everyone!
As you know, I entered to the college this year, and of course there are always those myths that we all think are true, but which in reality are not.
So today I bring you three myths about the University that are not quite as people say.

1. The University is huge! We will get lost for sure!
In this case, the only truth is that, in fact, the university is huge! But that doesn't mean we will get lost! In fact, at least in my case, it is even easy enough to guide us through the corridors. It's exactly like walking in the corridors of the high school, after a couple of weeks, we get used to everything and already know all the ways and corridors!

2. Teachers will never decorate your name.
I don't know if I have been lucky with the teachers I have or if the university where I study is different from all the others, yet all my teachers know not only my name but also all of my colleagues's names! And no, we are not only 15 students. We are over 60! So you can put aside this myth which, as I told you, is a lie!

3. Having good grades is impossible.
My dear, this depends on us all! It's not impossible to get good grades, but I don't say it's easy either. The evaluation criteria change a little, yes, however, having good grades depends solely and exclusively on us students. After all, if we don't study, we will never get a good grade.

And these were the 3 myths that, at least I have heard throughout the high school of people who went to the University and that since I entered to the college, I found that they are a lie! And what do you say? Am I lucky in the college where I am, or do you also think these myths are a lie? Tell me everything in the comments!

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Hi everybody!
Vamos lá ser sinceros. Quem é que gosta de ter aulas em auditórios? Ou testes?
Sim, pois, são maiores, os professores preferem porque os alunos não copiam... Será mesmo assim?
Desde que entrei para a Universidade, já tive não sei quantas aulas e um teste em auditórios e vamos ser sinceros: primeiro, ninguém gosta de estar lá, segundo, a ideia que têm dos auditórios é completamente errada, quando comparada à realidade!
Porquê? Aqui têm quatro razões:

1.Não há espaço nenhum! Quem está habituado a mesas (como é o meu caso), gosta de ter tudo organizado de uma forma mais ampla, ou seja, é necessário espaço para organizarmos o material que necessitamos para a aula.
Penso que toda a gente concorda que num auditório o espaço para organizar o nosso material é reduzido, uma vez que não há mesas, mas sim um substituto de quarenta por trinta centímetros que não chega a nada! E se quisermos que nada nos caia, convém que fiquemos muito quietinhos com o material que lá temos ou de cinco em cinco segundo já nos estamos a baixar para apanhar os lápis, as canetas, ou mesmo os nossos cadernos e folhas!
Além disso, se alguém se quiser levantar para ir à casa de banho, toda a gente que estiver no seu caminho tem que se levantar pelo facto de que o espaço entre duas filas ser ridiculamente minúsculo!

2.Quem nunca teve aulas em auditórios, muito provavelmente nunca passou por isto, mas quando é inverno e chegámos a uma sala quente, o primeiro impulso que temos é tirar os casacos e pendurá-los na nossa cadeira. Ora, num auditório, as cadeiras estão todas incorporadas e coladas às imitações de mesa. Como tal, é impossível de, algum dia, colocarmos os casacos nas costas da nossa cadeira.
Por isso, desenrascamo-nos e colocámos tudo na cadeira ao nosso lado.
Mas, e quando o auditório está cheio e apenas há um lugar livre que é precisamente o que está ao nosso lado? Claro que temos que colocar tudo o que é nosso no chão, pois alguém pode querer sentar-se ali mesmo. Sim, até parece boa ideia porque nos aquece os pés...
Porém, se alguém se decide levantar, para ir à casa de banho e como o espaço entre duas filas é reduzido, não há como evitarem pisar os nossos pertences!

3.Todos os professores têm a ideia de que, estando num auditório cabe mais gente, o que não é errado de todo. O que é errado é, quando o auditório está cheio, muita gente decide falar e por a conversa em dia.
Agora, imaginem que um quarto da sala decide fazer isso. Obviamente, quem quer que seja que queira estar atento, não consegue, pois é muito barulho.
Ao contrário, se estiver pouca gente, mesmo que estejam todos à frente e que queiram todos estar atentos à aula, ninguém consegue ouvir o professor. Porquê? Porque simplesmente, o espaço é demasiado grande para o número de pessoas que a ocupam e, como tal, não se consegue ouvir a aula.

4.Quem disse que nos auditórios é impossível de copiar num teste, está completamente enganado!
É mais difícil de copiar numa sala normal do que num auditório, pelo simples facto de que o espaço de uma fila do auditório à outra, é tão reduzido que quem quer que seja consegue ver o teste do vizinho da frente, ou o do lado dele, ou até ver o teste de duas filas à nossa frente. Meus caros, ou eu tenho uma visão muito boa (o que já comprovei há dois meses como sendo mentira) ou então os professores têm vivido iludidos em relação aos auditórios!

E estas foram as quatro razões que desmistificam as ideias, claramente erradas, de um auditório e que demonstram as razões de tanto ódio (pelo menos da minha parte) para com os auditórios.
Concordam? Alguma vez passaram por algo semelhante? Digam-me tudo nos comentários!



Hi everybody!
Let's be honest. Who likes to take classes in auditoriums? Or tests?
Okay, they are bigger, the teachers prefer it because the students don't copy ... Is it true?
Since I joined the University, I've had some classes and a test in auditoriums, and let's face it: first, nobody likes to be there, second, the idea that people have about the auditoriums is completely wrong when compared to reality!
Why? Here are four reasons:

1. There's no space! Those who are used to tables (as is my case) love to have everything organized in a broader way, that is, we need space to organize the material we need for class.
I think everyone agrees that in an auditorium the space to organize our material is reduced, since there are no tables, but a substitute of forty by thirty centimeters that comes to nothing! And if we want nothing to fall on, we should be very quiet with the material we have or every five seconds we are already going down to pick up the pencils, the pens, or even our notebooks and sheets!
Also, if someone wants to get up to go to the bathroom, everyone who stands in their way has to stand up because the space between two rows is ridiculously tiny!

2. Who has never taken classes in auditoriums, most likely never went through it, but when it's winter and we have reached a warm room, the first impulse we have is to take off the coats and hang them in our chair. Now, in an auditorium, the chairs are all incorporated and glued to table imitations. As such, it's impossible for us to put our coats on the back of our chair.
So we unhooked ourselves and put everything in the chair next to us.
But when the auditorium is full and there is only one free place that is precisely what is next to us? Of course we have to put everything that is ours on the ground, because someone may want to sit right there. Yes, it seems like a good idea because it warms our feet ...
However, if someone decides to get up, to go to the bathroom and as the space between two rows is reduced, there is no way to avoid treading on our coats and bags!

3. All teachers have the idea that in an auditorium there are more people, which is not wrong at all. What is wrong is, when the auditorium is full, a lot of people decide to talk.
Now imagine that a room in the room decides to do that. Obviously, whoever wants to pay attention to the lesson, can't do it, because it's a lot of noise.
On the contrary, if there are few people, even if they're all ahead and want everyone to pay attention to the lesson, no one can hear the teacher. Why? Because simply, the space is too large for the number of people occupying it and as such, you can't hear the teacher.

4. Whoever said that in auditoriums is impossible to copy in a test, you are completely mistaken!
It's more difficult to copy in a normal room than in an auditorium, for the simple fact that the space in a row from the auditorium to the other is so reduced that everyone is able to see the test of the neighbor of the front, or his side , or even see the two-row test in front of us. My dear ones, or I have a very good vision (which I have already proved two months ago as a lie) or the teachers have been deluded about the auditoriums!

And these are the four reasons that demystify the clearly mistaken ideas of an auditorium and demonstrate the reasons for such hatred (at least on my part) for the auditoriums.
Do you agree? Have you ever been through something similar? Tell me everything in the comments!


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Ella
  • 18 Comments
Hi everyone!
Lembram-se de quando vos disse que tinha entrado em optometria naquele post sobre o meu primeiro dia na faculdade? Pois é... eu estava indecisa entre concorrer à segunda fase do concurso ou não e acabei por fazer um pacto com o meu pai: eu concorria à segunda fase, sob a condição de este ser um segredo só nosso, pois poderia não ficar colocada na segunda fase e acabar por ficar desiludida.
Concorri. Em primeiro coloquei o curso que eu mais queria: Bioquímica. Depois, Biologia Aplicada. Por último: Engenharia Biológica.
Já estava a espera de não ficar em nenhuma dessas opções, aliás porque o numero de vagas poderia ser muito reduzido ou então nem sequer abrir vagas ou ainda eu não ter média para entrar; o que me obrigaria a ficar um ano num curso que não queria só para depois pedir transferência de curso, o que me levaria a atrasar um ano.
Esta noite, não estava nervosa como da primeira vez. Tinha a certeza de que não ia ficar em nenhum, contudo, estava eu a ouvir "Tudo por amor" dos Calema, quando recebi um e-mail a notificar-me do resultado da candidatura.
Como estava calma, eu até quis desvalorizar, porém, o meu pai pediu-me para abrir o mail e fiquei surpreendida com o resultado: eu fiquei colocada em Biologia Aplicada!
Não. Não era a opção que eu queria a 100%, aliás, essa era Bioquímica. MAS, este curso em que entrei dá os mesmos acessos que Bioquímica e, além disso, posso fazer um Mestrado em Bioquímica, pelo que, ainda nada está perdido!
E esta foi a maior alegria que tive desde o inicio do ano letivo: entrei na Universidade que queria, num curso que gosto. Nunca estive tão feliz em toda a minha vida!

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Ella


Hi everyone!
Do you remember when I told you that I had optometry in that post on my first day in college? Well ... I was hesitant between competing for the second phase of the contest or not and I ended up making a pact with my father: I competed for the second phase under the condition that this one would be our only secret, because I could might not be placed in the second phase and end up being disillusioned.
I concurred. First I put the course I wanted most: Biochemistry. Then Applied Biology. Finally: Biological Engineering.
I was already hoping not to stay in any of these options, in fact because the number of places could be very small or not even open places or I still have no means to enter; which would oblige me to stay for a year in a course that I didn't want only to later request a transfer of course, which would take me to delay one year.
Tonight I wasn't as nervous as I was the first time. I was sure that I wasn't going to stay in any, but I was listening to "Tudo por amor" by Calema, when I received an email notifying me of the result of the application. As I was calm, I even wanted to devalue, but my father asked me to open the mail and I was surprised by the result: I was placed in Applied Biology! No. It wasn't the option I wanted to 100%, in fact, it was Biochemistry. BUT, this course in which I entered gives the same accesses as Biochemistry and, moreover, I can do a Masters in Biochemistry, so, nothing is lost yet! And this was the greatest joy I had since the beginning of the school year: I went to the University I wanted, in a course I like. I've never been so happy in my life!

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Ella
  • 6 Comments
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