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Hi everyone!

Confesso que já não sei há quanto tempo não venho aqui, estes últimos meses têm sido uma loucura e a desmotivação é real, mas isso não é importante, pelo menos, não para o assunto de hoje.


Eu admito, o mundo inteiro vai odiar-me depois disto, contudo, não posso deixar de partilhar isto convosco, porque acho que todas as opiniões contam e acho que, pelo menos devem ouvir... ler, o que eu tenho para dizer. Nos últimos anos, todos nós temos tomado consciência da importância da natureza, temos todos tomado consciência de que o nosso mundo não irá existir para sempre e que deveremos ter comportamentos sustentáveis, o que está corretíssimo, mesmo que seja um pouco tarde, é como o velho ditado costuma dizer: mais vale tarde que nunca!


Mas não é só isso.


A humanidade mudou. É esse o propósito da nossa espécie: mudar, crescer, evoluir, tornarmo-nos mais inteligentes. Desde o início dos tempos que assim tem sido! Desde a invenção da roda, o fogo, a domesticação do lobo... E é nesse assunto que eu quero falar hoje: a domesticação do lobo. Já devem ter ouvido falar nas palavras do papa recentemente, acerca do "egoísmo humano quando escolhe ter um animal de estimação ao invés de ter um filho". Não lhe chamaria propriamente "egoísmo", mas concordo com o que ele diz.


Digam-me, honestamente, se conseguirem: se tivessem a oportunidade de adotar um lobo, adotariam um? E um leão? Ou uma girafa? Um rinoceronte? E um pinguim? Talvez uma baleia? Ou se calhar são mais radicais e preferem um tubarão?


Pois.


Eu sei, muitos de vocês vão até dizer que sim (não julgo), mas tenho a certeza que assim que leram a palavra "leão", pensaram "Ela é doida! Eu não quero morrer durante a noite!" ou até "Eles são animais selvagens, deixem-nos em paz no seu habitat natural!" E estas respostas são legítimas!


O ser humano domesticou o lobo para benefício próprio, para o ajudar a caçar. Foi matreiro como uma raposa. E o lobo acabou por, como se costuma dizer "amansar", "tornou-se cão". E é aí que eu não consigo ficar calada.


O ser humano é capaz de deixar espécies selvagens no seu habitat natural, conseguem deixá-las a onde elas pertencem, da forma como elas foram criadas para ser. Mas NÃO é capaz de deixar que o cão REGRESSE ao seu estado natural selvagem porque eles "nos amam", porque eles "são amor", porque eles "são inocentes", porque eles "não são ruins como o ser humano", porque eles "não são maus"?!


Pois...


Eis a grande diferença entre um cão e um ser humano: um cão, demora meses até se conseguir sustentar sozinho na vida selvagem, está na sua essência, tal como está na essência do lobo. O ser humano, por sua vez, demora anos, repito ANOS! para conseguir sustentar-se sozinho numa sociedade selvagem. Acho, sim, que o ser humano é egoísta por não deixar o cão regressar ao seu estado natural, mas acho que é estupidez da humanidade substituir uma criança por um cão.


Dá menos trabalho, não faz birras, dá menos despesas...


Eu sei, eu percebo isso! Mas se me perguntarem entre adotar uma criança ou adotar um cão, qual preferia? Eu prefiro mil vezes retirar alguém meu semelhante da miséria de um orfanato do que adotar um animal de estimação. Porque os animais "são inocentes"...? E as crianças? São o quê? Que culpa têm elas de o ser humano ter sido estupidamente inteligente a ponto de "amansar" um animal selvagem e não o deixar regressar ao seu estado natural?


Aí, acho que a humanidade tem agido de forma estúpida e irracional.


As crianças não são animais e os animais não são crianças. São duas espécies diferentes que devem coexistir, tal como coexistem com gorilas, pássaros, insetos... Mas fazer de um cão o substituto de um filho?


Li, há umas semanas sobre uma lei (penso que em Espanha) que, se um casal tiver um animal de estimação e se quiser divorciar, o casal terá que discutir a guarda partilhada ou não, tal como fazem com as crianças menores de idade.


Que raio de mundo é que estamos atualmente?


Que mundo é este, em que o ser humano perdeu a completa noção do que é para estar quieto?


Que raio de mundo é este, em que o ser humano perdeu a esperança na sua própria espécie?


Deixem-me fazer-vos uma pergunta, um pouco mais difícil: imaginem que estão numa situação em que tinham que escolher adotar um cão ou impedir que uma árvore fosse cortada. Qual escolheriam?


Quem diz isto para cão, refere-se, claro, a gato. Os egípcios adoravam-nos como Deuses, mas uma vez que a humanidade se apercebeu de que eles eram, na verdade, animais selvagens, porque não o deixou em paz? Como se eles não tivessem na sua essência a capacidade de caçar, tal como um leão, ou um leopardo, ou uma pantera! Ou os pássaros, que por instinto natural vão à caça. Ou os peixes que também se sabem desenrascar no mundo natural sozinhos, mas que, aparentemente, o ser humano é tão BURRO que nem sequer pensa duas vezes e tem logo pena e os adota.


É certo que o próprio ser humano nasceu para caçar, quando ainda éramos Neandertais e não havia sociedades complexas, ou a existência de comércios e de moedas para troca! Mas nós, ser humano, evoluímos de uma forma diferente da dos restantes animais, porque é essa a nossa essência: evoluir para chegarmos à perfeição das normas da sobrevivência natural. Nós aprendemos a deixar de depender do lobo para caçar e começamos a produzir os nossos próprios alimentos, a cultivar e a fazer comércio, algo que nenhum outro animal teve a capacidade RACIONAL de fazer.


Por isso, e para concluir, porque é que não deixam os animais no seu estado selvagem como deve de ser? Porque é que não aceitam o facto de o mundo depender das vossas próprias mãos? Porque não aceitam o facto de que está na hora de deixar as coisas voltarem ao normal e deixar que os animais domésticos regressem ao seu estado nativo? Porque é que não deixam de fazer os animais um ser igual ao ser humano, quando claramente não são?


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Ella

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P.S. Desculpem o desabafo, mas isto já estava há demasiado tempo na minha cabeça para não ser partilhado.


Hi everyone!

I confess that I don't know how long I haven't been here, these last few months have been crazy and the lack of motivation is real, but that's not important, at least not for today's topic.


I admit, the whole world will hate me after this, however, I can't help but share this with you because I think all opinions count and I think you should at least hear...read what I have to say. In recent years, we have all become aware of the importance of nature, we have all become aware that our world will not exist forever and that we should have sustainable behaviors, which is absolutely correct, even if it is a little late, it is like the The old saying goes: better late than never!


But it's not just that.


Humanity has changed. That's the purpose of our species: to change, grow, evolve, become smarter. This has been the case since the beginning of time! Since the invention of the wheel, fire, the domestication of the wolf... And this is what I want to talk about today: the domestication of the wolf. You may have heard the pope's words recently about "human selfishness when choosing to have a pet over a child." I wouldn't exactly call it "selfishness", but I agree with what he says.


Tell me, honestly, if you can: if you had the opportunity to adopt a wolf, would you adopt one? And a lion? Or a giraffe? A rhinoceros? And a penguin? Maybe a whale? Or maybe you are more extreme and prefer a shark?


Yeah.


I know, many of you will even say yes (and that's okay), but I'm sure as soon as you read the word "lion" you thought "She's crazy! I don't want to die overnight!" or even "They are wild animals, leave them alone in their natural habitat!" And these answers are legitimate!


The human being has tamed the wolf for his own benefit, to help him hunt. He was cunning as a fox. And the wolf ended up, as they say "taming", "became a dog". And that's where I can't keep quiet.


Human beings are able to leave wild species in their natural habitat, they manage to leave them where they belong, the way they were created to be. But it is NOT able to let the dog RETURN to its natural wild state because they "love us", because they "are love", because they "are innocent", because they "are not sly like humans", because they're "not bad"?!


Yeah...


Here's the big difference between a dog and a human being: a dog, it takes months to sustain itself in the wild, is in its essence, just as it is in the essence of the wolf. The human being, in turn, takes years, I repeat YEARS! to be able to support himself alone in a savage society. I do think that the human being is selfish for not letting the dog return to its natural state, but I think it is humanity's stupidity to replace a child with a dog.


It takes less work, no tantrums, less expense...


I know, I get it! But if you ask me between adopting a child or adopting a dog, which would I prefer? I would a thousand times prefer to remove someone from the misery of an orphanage than adopt a pet. Because animals are "innocent"...? And the kids? What are them? Is it their fault that the human being was stupidly intelligent to the point of "taming" a wild animal and not letting it return to its natural state?


There, I think that humanity has acted in a stupid and irrational way.


Children are not animals and animals are not children. They are two different species that must coexist, just as they coexist with gorillas, birds, insects... But make a dog a substitute of a child?


I read a few weeks ago about a law (I think in Spain) that if a couple has a pet and wants to get divorced, the couple will have to discuss shared custody or not, just like they do with underage children.


What kind of world are we currently in?


What is this world, in which the human being has lost the complete notion of what it is to be quiet?


What kind of world is this, in which human beings have lost hope in their own species?


Let me ask you a question, a little more difficult to answer: imagine that you are in a situation where you had to choose to adopt a dog or prevent a tree from being cut down. Which would you choose?


Whoever says that to a dog means, of course, to a cat. The Egyptians worshiped them as gods, but once humanity realized that they were, in fact, wild animals, why not leave them alone? As if they didn't have in their essence the ability to hunt, like a lion, or a leopard, or a panther! Or the birds, which by natural instinct go hunting. Or the fish that also know how to get on their own in the natural world, but that, apparently, the human being is so DUMB that he doesn't even think twice and immediately takes pity on them and adopts them.


It is true that the human being was born to hunt, when we were still Neanderthals and there were no complex societies, or the existence of trades and money to exchange! But we, human beings, evolve in a different way than other animals, because that is our essence: to evolve to reach the perfection of the norms of natural survival. We learned to stop depending on the wolf to hunt and started to produce our own food, cultivate and trade, something that no other animal had the RATIONAL ability to do.


So, and finally, why don't you leave animals in their wild state as they should? Why don't you accept the fact that the world depends on your own hands? Why don't you accept the fact that it's time to let things go back to normal and let pets return to their native state? Why don't you stop making animals equal to human beings, when they clearly aren't?


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Ella

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P.S. Sorry for the outburst, but this had been on my mind for too long to not be shared.

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Muitos de vocês já devem ter ouvido falar, muitos podem nem saber do que vim falar, mas uma coisa é certa: 99% de vocês deve saber o que é um Bullet Journal, certo? Pois bem, hoje vim falar naquele que eu considero ser o primo mais velho e antiquado do Bullet Journal: o Junk Journal!

Este "Junk Journal" é nada mais do que um caderno de reaproveitamentos. Sabem aquelas folhas velhas que iam deitar fora? As revistas que só estão a ocupar espaço e iam para o papelão? Os jornais guardados no pó da garagem? Retalhos antigos? Pois bem, parece que alguém teve a brilhante ideia de pegar nisso tudo e criar um caderno em que a regra é não ficar perfeito. Com um estilo vintage, dark academia e até mesmo aesthetic, segundo muitos, este Junk Journal é a eleição para aqueles que querem documentar o dia-a-dia ou planear o futuro. Consiste em aproveitar tudo aquilo que íamos deitar fora e torná-lo num Bullet Journal menos moderno. Mas quais são as vantagens de utilizar um?

1. Estamos a reciclar

Numa altura em que cada vez mais se denotam os efeitos das alterações climáticas, torna-se cada vez mais essencial reciclar e evitar desperdícios. Assim, não só estamos a dar uso a algo que iria acabar numa lixeira, como também estamos a dar uma nova vida àquilo que antes considerávamos velho e inútil.

2. É relaxante (para muitos)

Este motivo é muito controverso e eu que o diga. Muitas pessoas que fazem estes Junk Journals costumam fazer recortes e colagens e observar e planear aquilo que querem e gostam de ver nos seus Junk Journals. Sinceramente, nunca tive muita paciência para fazer colagens, embora ache que sejam muito fofas, colagens não é o meu forte. Ainda assim, há quem utilize as colagens e as montagens do seu próprio caderno como uma espécie de terapia relaxante e, por isso, para aqueles que adoram colagens, acho que é uma boa ideia!

3. Mantemo-nos organizados

Em vários vídeos de Junk Journal que vi, percebi que este Junk Journal pode servir para muita coisa: substituir um Bullet Journal, documentar dias importantes das nossas vidas ou fazer uma espécie de álbum de viagens. Resumindo, mantemos aquilo que é importante para nós organizado, o que acaba por ser uma vantagem, pois assim não temos que andar atrapalhados à procura do que temos que fazer a seguir ou das memórias dos locais onde fomos.

Estas são as 3 principais razões pelas quais vale a pena fazer um Junk Journal. Mas porque é que eu não utilizo? Primeiro porque eu nunca fui de organizar o meu dia/mês, etc. Sempre tive muito em conta o horário e os prazos na minha cabeça, tenho a sorte de nunca me ter esquecido de um compromisso e prefiro planear as coisas na hora, principalmente no que diz respeito a estudos, pois não sou vidente então não posso esperar que a longo prazo vá ter tempo para fazer uma determinada tarefa naquela hora porque pode acontecer de nem estar em condições de realizar a tarefa. Mas também não o faço porque cá em casa já costumamos utilizar os restos de papéis e retalhos para outras coisas, como DIY's, prendas, para cobrir e proteger móveis quando estamos a utilizar tintas ou até mesmo para limpar os vidros, pelo que no final das contas, acabo por nem ter sequer o que utilizar para fazer um Junk Journal. O último motivo já o expliquei, para mim não é relaxante, só me faz ficar mais nervosa só de pensar onde vou por qual página ou onde vou colar bocados de jornal e revistas atrativos para a vista. Enfim, partilho convosco uma alternativa económica e ecológica para quem quiser substituir o Bullet Journal.

Já utilizaram/fizeram algum Junk Journal? Qual foi a vossa experiência?

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Ella

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Hi everyone!

Pelo título nem é preciso dizer sobre o que este post se trata, não é verdade? Bem, mesmo assim, vou dizê-lo: finalmente, repito, FINALMENTE, fui tomar a primeira dose da vacina contra a Covid-19! Levei a da Pfizer, ontem, e tenho a dizer que só me dói um pouco o braço. Para ser sincera, terça-feira fui à praia com umas amigas e apanhei um (não foi só um) escaldão e dói-me 15 000x mais do que o braço... e não é exagero!

Agora, porque é que eu digo "FINALMENTE"? Bem, para começar, para um asmático, ter uma doença como a Covid, não é pera doce, já tive uma infeção pulmonar há 2 anos, não quero voltar a ter uma, obrigada! Em segundo lugar porque já se sabe destas vacinas desde o início do ano... passaram-se 8 meses... 8!!!! O que equivale a, segundo o google, 223 dias de espera até receber a minha primeira dose. E malta, nem por uma consulta de rotina sou capaz de esperar, quanto mais para ter uma vacina? Bem... sim, okay, eu estou farta de levar vacinas, levo uma todos os meses por causa das alergias aos ácaros, mas... são coisas diferentes! E garanto-vos que a vacina das alergias é capaz de doer mais do que a da Covid...! (Depende do enfermeiro que me atender no dia, é claro)

Anyways, finalmente tive a primeira dose e, agora, só quero que dia 1 de setembro chegue para ter a 2ª dose! E se tiver que levar uma 3ª, que venha ela! Eu só quero é ter anticorpos para combater a doença, caso a apanhe. É pedir muito? E também quero poder sair de casa, sem ter que me preocupar em ter um teste negativo e quase ter um ataque de pânico durante 30 minutos, enquanto espero que o teste dê mesmo negativo! E também quero deixar de meter zaragatoas no meu próprio nariz, a sério, eu fico a chorar e com dores de cabeça o dia todo! A vida vai ser tão mais fácil quando finalmente tiver o certificado digital!

Claro está que, depois de dia 1, quero que dia 3 de setembro chegue para poder ir à Drave! Já vos falei dela noutro post, mas quero voltar a vir falar-vos dela. Sim, a minha ida vai depender de sintomas secundários da segunda dose, mas a menos que tenha febre, ou que tenha que ficar de cama, não tenciono faltar!

E é tudo! Vocês já tomaram a vacina? Tiveram sintomas?


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Ella

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Hi everyone!

Muitos não sabem, mas desde que o meu projeto de licenciatura terminou, decidi dedicar-me a escrever o meu próprio "livro". Já estou a escrever este desde que comecei a universidade e vi Deus Salve o Rei na TV Globo e, como desde que descobri o Wattpad que quero participar num Wattys, pensei "Porque não participar este ano?" Bem, durante os últimos 2 meses tem sido uma jornada fantástica na corrida contra o tempo para publicar todos os capítulos até ao dia 30 de setembro e, por isso, eis 3 coisas que aprendi durante este tempo a escrever:

1. O primeiro rascunho não precisa ficar perfeito

É verdade! Se formos muito perfeccionistas com o primeiro rascunho dos capítulos, não é possível acabar o livro nem daqui a um milhão de anos. O importante no primeiro rascunho é escrever palavras e contar a história. Depois disso podem aprimorar o texto!

2. Editar só no fim!

Isto vai ao encontro do que disse no ponto 1. Não editem capítulo a capitulo mal o terminem. Escrevam o que têm a escrever e no fim editem o que quiserem, assim avançam na história e depois tornam-na mais bonita.

3. Escrevam algo que gostariam de ver numa livraria

Vamos por isto de outra maneira: vocês iriam para um emprego que não gostassem só por fama ou dinheiro? Bem... talvez alguns possam dizer que sim, mas não deviam. Não vão ser felizes se o fizerem! É o que acontece com os livros: se escrevem algo que não gostam só pela fama, reconhecimento, dinheiro ou para um filme, estão a enganar-se a vocês mesmos e não estão a escrever o que gostam, então vão demorar mais a escrever o vosso livro! Pensem que estão numa livraria a olhar para o próximo livro que querem ler. Que tipo de livro é? Qual é a sua história? Peguem nisso e escrevam-no!

E estas são as 3 coisas que aprendi ao longo dos quase dez anos enquanto escritora amadora! Que dicas têm vocês? Seguem alguma destas dicas?


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Ella

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 Um dia acordei. Acordei e estava a chover como se fosse inverno, mas já era primavera. Os pássaros chilreavam dos ninhos, as folhas das árvores começavam a nascer e as flores a brotar... Mas aquela pequena flor, pálida, serena e inocente, aquela que brotava no meio do jardim, não se deixou intimidar pela chuva. Era um pequeno raio de luz que lutava por conseguir mais, por conseguir melhor. Uma luz de esperança, quente e acolhedora que aproveitava cada gota de chuva para se refrescar e crescer. Era uma pequena flor que, agora, cresceu e está pronta para iluminar um mundo inteiro, uma flor que agora é mais do que uma simples luz.

Agora, aquela pequena flor pálida e inocente é o sol de um dia de verão, uma chama impossível de apagar. Agora, aquela flor é a alegria de um novo objetivo alcançado, é a energia de continuar a lutar. Aquela flor é, agora, tudo o que quiser ser.


É nas pequenas coisas que estão as maiores alegrias.

É nas pequenas coisas que o mundo se torna grande,

Grande como a luz de um dia de verão.


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Ella Morgan

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 Hi everyone!

Admito que antes de começar a escrever este post, tive muita vontade de esquecer o que tinha planeado para vos trazer hoje e contar-vos as últimas novidades que acabaram de sair há pouco mais de 1h. Mas... Acabei por não o fazer. Primeiro porque a notícia não é assim tão demorada que seja digna de um post só para ela e segundo porque não gosto de alterar os meus planos à ultima da hora. Então e qual é essa tal novidade que vos estou a falar? Bem,  como sabem, acabei a Licenciatura e concorri a um mestrado na primeira fase ao qual não entrei. Então concorri a mais quatro na segunda fase. Dos quatro, já saíram os resultados de três e entrei em todos. O que importa aqui na realidade é que um deles é o que eu mais quero: Biotecnologia!


Mas vamos passar par ao post que, de facto interessa: O Livro que eu menos gostei ler em toda a minha vida! Se me perguntassem algum dia "Hey, Ella, qual é o pior livro que tens na estante?" na verdade, dir-vos-ia que há dois, mas hoje vou só falar-vos do livro "Na Patagónia". Mas primeiro, vamos ver algumas informações:


Número de Páginas: 400

Autor: Bruce Chatwin

Editora: Quetzal

Língua Original: Inglês

Língua em que Li: Português

A minha classificação:⭐⭐


"Na Patagónia" é um livro que muitos descrevem como "Esplêndido" ou "Único" e não nego que, talvez, até seja... Para quem gosta de livros sobre uma viagem... em que apenas se fala de vidas alheias que não têm grande importância para o plot... Este livro não é, de todo o meu género de livro. Na realidade, li-o porque era um daqueles livros que era obrigatório ler do plano de leitura da escola e na altura, desisti quando me faltavam 25 páginas para acabar o livro. Não conseguia prestar atenção. Num momento estavam a falar da historia de um personagem e no outro estavam a falar de um assunto completamente diferente.

Mas há umas semanas decidi reler e prestar toda a atenção que conseguisse e, mesmo assim, não gostei da história. O livro, como disse, é sobre uma viagem pela Patagónia: começam abaixo da argentina e terminam no extremo sul da américa do sul, onde há pessoas que alojam o narrador que conta a história deles.


E tudo isso porquê?


SPOILER: Porque o narrador da história queria tocar um bocado de pele de milodonte que lhe foi dado por um familiar por outro bocado de pele de milodonte!


Convém que leiam o spoiler, já agora porque digo-vos: são 300 páginas de vida alheia... Para no fim isso acontecer...

Não é, de todo, um livro que recomente, principalmente a quem é mais fã de fantasia ou sci-fi, como eu. É um livro que tem demasiadas descrições, demasiadas vidas envolvidas e avanços e recuos para chegar a um objetivo que, a meu ver, não é o melhor objetivo de todos...

Claro que, um leitor que seja fã de, por exemplo, bibliografias, não irá ser grande fã de um livro de fantasia, ou vice-versa. Isto é o que me acontece. Não gostei do livro. Foi anticlimático chegar ao fim e ver que ele fez toda uma viagem e descreveu a história de tantas pessoas para... Bem, para algo que, provavelmente nem era tão necessário assim.

É importante notar que isto é apenas a minha opinião e, como tal, se algum de vocês já leu este livro de gostou, digam-me aí nos comentários e o porquê de terem gostado!


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Ella

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Começo este post com a mesma imagem que comecei, há três anos, a minha vida Universitária. Na verdade, tenho vindo a adiar este post. Adiei-o desde o segundo semestre do primeiro ano porque nunca me senti preparada a falar do semestre anterior. Para mim, estava acabado, não valia a pena falar dele. Mas desta vez, este título (e, por consequência, este post) tem duplo significado.
Hátrês anos (mais coisa menos coisa) entrei para Biologia Aplicada na UMinho (esqueçamo-nos do tempo antes disso). E mesmo assim não era o curso que queria. O que eu queria seguir era Bioquímica, não sabia eu o quão iria adorar este curso. Mas fiquei.

Mesmo tendo passado um primeiro ano estranho, em todos os níveis. Mesmo que o meu primeiro ano tenha sido o pior ano da minha licenciatura e não foi por causa das disciplinas, mas sim por assuntos que me afetaram pessoalmente. Mesmo que, ao longo deste tempo todo, muitos me tenham dito para desistir ou para seguir outra área, fiquei neste curso.

Estes últimos dois semestres foram também estranhos. Quase não tive aulas práticas e as que tive, mal pareciam ser aulas. Foi estranho, mas sobrevivi! Fiz melhorias e, por isso, ausentei-me propositadamente do Blog. Das três que fiz, consegui 2. Tentei, contudo, voltar aqui, dizer-vos como tinha sido o primeiro semestre. Mas não o fiz, pois poucas horas depois da última melhoria, recebi a lista de propostas de Projetos finais de Licenciatura. Não queria, mas ao mesmo tempo queria.

Não queria aceitar que era verdade, que estava a acabar o curso, mesmo que aos poucos já o começasse a aceitar devido aos pequenos sinais como as notas finais das últimas disciplinas e a adição das disciplinas de opção na plataforma. Não queria porque tinha medo do que pudesse vir a acontecer, de não ter média suficiente para entrar num mestrado que me interessasse.

A verdade é que estava preparada. E ainda hoje não me sinto preparada. Nunca estive preparada para aceitar o facto de que tudo tem um fim. Não estou preparada para o facto de, mais uma vez, ter que sair da minha zona de conforto e ter que me "obrigar" a falar com pessoas novas, ter que conhecer novos possíveis futuros "aliados". Não quero aceitar o facto de que para o ano poderei estar em mestrado e muito menos quero aceitar o facto de ter que escolher um, tal como tive que escolher um tema de projeto. Ao mesmo tempo, queria que tudo acabasse para que finalmente possa demonstrar aquilo porque tanto tenho lutado. Para que finalmente eu cumpra os meus objetivos.

Acabei por terminar a Licenciatura no início do mês, frustrada. Passo a explicar: a minha média final é 13,944. Não é grande coisa, arredonda para 14, no certificado. Mas no mestrado... Não arredonda. Espero, sinceramente, que aqueles 0,056 valores não ditem se fico ou não de fora de algum mestrado, tal como fiquei na primeira fase. Sim, já tinha concorrido ao mestrado no fim de maio, recebi a resposta dia 18 de junho e não entrei no que queria. Talvez até nem tenha sido da média, mas sim da grande quantidade de pessoas que se candidataram ao mesmo mestrado, mas não entrei. Senti que a história se estava a repetir: não entrar no que mais queria. Por isso, candidatei-me na segunda fase a quatro mestrados: todos eles fora da minha zona. Não se se vou entrar nalgum, mas dia 22 irei descobrir.

Então? E porque é que não vim antes ao blog, mesmo tendo terminado a Licenciatura no início do mês?

A resposta a essa pergunta fica para um próximo post. Tal como a história da Imposição de Insígnias, a história completa do Projeto, entre outras histórias.

Este foi o meu último ano, último semestre, as últimas decisões. Esta, foi a razão para me ter ausentado durante tanto tempo.

By,
Ella
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Hi everyone!
Após tantos meses, finalmente regressei. Regressei, mas não sei durante quanto tempo. Não sei sequer se a inspiração durará até ao fim deste post. Por isso, limitar-me-ei ao mais simples e a dizer-vos o, que irá acontecer nos proximos tempos:

1- Remodelações
Vou tentar retirar todas as tags dos posts e criar novas tags para organizar melhor os posts. Digo tentar, pois ainda tenho que descobrir como se retiram as tags. Também serão feitas outras alterações, mas com o tempo, irão descobrir! Além disso, tal como eu, este blog cresceu durante os últimos anos e, como tal, quando algo deixa de fazer sentido, temos que mudar para algo que faça mais sentido. O que quero dizer com isto é que já não sou uma "Alma dividida" (em inglês: Splitting Soul) e, como tal, este blog já não representa mais essa fase da minha vida, ou, pelo menos, não tenciono que represente. Por isso, sim, é como estão já a prever: vou mudar o nome e o link do blog. Outra vez, eu sei. Poderei perder seguidores? Talvez. Mas isso não me importa, pois o que escrevo é para quem quiser ler, quer seja um seguidor regular ou não. Também irei tentar alterar o Template atual para algo não tão preto e branco e irei deixar de publicar em inglês na segunda parte dos posts como venho a fazer desde que a minha professora de Inglês do 11º ano nos pediu para fazer um texto sobre ideais de beleza.

2- Os textos inspiracionais
Os textos com que iniciei este blog irão voltar. Naquela altura, sentia-me bem a fazê-los, deixei-os, pois deixaram de fazer sentido. Mas agora, mais do que nunca, eles voltaram a fazer sentido para mim e, como tal, irei voltar a escrevê-los, pelo menos, se a minha inspiração mo permitir

3- Novas reviews
Irei fazer Reviews (ainda não sei com que frequência) de todas as séries, livros e filmes que vi e li/ainda vou ver e ler

4- Posts apagados
Sim, por mais que nos custe, há posts que terão que ser apagados. Posts esses como tags, ask me e outros com o qual não me identifique

5- Redes sociais
Este ponto está mais ou menos ligado ao anterior. Como devem saber, a rede social Instagram é a que mais utilizo (se não sabem, é porque não me seguem, se não me seguem do que estão à espera? Não percam mais tempo e sigam-me por lá!). Utilizo-a, de facto, há cerca de 3/4 anos e também irei apagar alguns posts. Irei também criar outros posts para compensar os que irei apagar aqui no blog, como ask me (que serão publicados uma vez por mês uma das perguntas que me tenham feito). Haverá também mais novidades que, para já, não serão reveladas aqui! Irei, claro, alterar também o ID da minha conta, para que possa ser mais ligado ao Blog! Assim que o tiver alterado, altero o link deste post para que possam ir diretamente à conta do Instagram!

6- Este post serve então para:
       -Pedir desculpa pela minha ausência
       -Dar um "cheirinho" do que irá acontecer nos próximos tempos
       -Celebrar os 5 anos deste blog

SIM! O blog fez 5 anos no passado dia 6 de julho e, claro, esta data não podia passar despercebida. Assim, estas são as surpresas de aniversário que preparei para vocês!

Por hoje, é tudo!
Até à proxima publicação!

By,
Ella Morgan

P.S. Na próxima publicação, irão perceber o porquê de ter estado ausente por praticamente 7 meses. Fiquem atentos!
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Hi everyone!
Tal como vos disse no post anterior, a nova temporada de Riverdale estreou na Netflix dia 21 e, embora já se tenham passado pouco mais de 24h desde que vi o episódio, tenho que admitir que precisei deste tempo para pensar no que escrever e como escrever. No entanto, não encontrei forma nenhuma de vos vir falar do episódio sem vos dar spoilers, então, para quem não gosta de spoilers, passem já para o fim.

*SPOILER ALERT*

O episódio começa por relembrar os vídeos com que a temporada 4 acabou. Ou seja, os vídeos dos alunos de Riverdale High a fazerem coisas violentas a pessoas inocentes. Como sempre, Betty e Jughead não resistem em ir procurar quem é o "Auteur" dos vídeos e ponderam em fazer um Snuff film para vender e ter acesso a uma festa onde são transmitidos esses filmes. Assim, convencem a Cheryl e o Kevin a filmarem um filme e, depois disso, Kevin e Betty vão tentar vende-lo. Contudo, e por já suspeitarem que iam perceber que é falso, Betty sacrifica o vídeo do seu pai a tornar-se o Blackhood em prol de conseguirem entrar na tal festa. E conseguiram. Mas entretanto, também descobrem que a Jellybean está lá e que não precisou de vender nenhum Snuff film.

Posto isto. E isso já não deve ser segredo, pelo menos para quem viu o trailer, há um baile de finalistas. Nesse evento, a Cherryl e a Toni são coroadas rainhas (claro), contudo, e devido ao passado da família Blossom, a Toni é obrigada a acabar com a Cheryl de forma a não perder os laços com a sua avó. Porém, logo a seguir à coroação, alguém consegue interferir com o sistema de vídeo da escola e é mostrado um novo vídeo dos alunos de Riverdale High a cometerem um homicído.

Nos entretantos do episódio, o Archie prepara-se para um combate contra um antigo amigo da Ronnie de forma a conseguir entrar na academia Naval, ao qual perde. E, já no baile, o Archie confessa à Ronnie que algo aconteceu entre ele e a Betty (e claro, eles acabam). Na minha opinião, foi a raiva do combate que o fez admitir isso.

Mas chega de resumir o episódio, vamos focar-nos no que eu achei disto: primeiro achei desnecessário a Jellybean ter estado na festa. Eles podiam chegar à lista de email sem terem colocado lá a miúda. Depois, achei um golpe de génio a Betty ter sacrificado o vídeo do pai, mas ao mesmo tempo, não gostei de ela o ter feito por causa do sofrimento que ela possa ter sentido ao fazê-lo. Além disso, a Toni ter sacrificado o seu amor pela Cheryl de forma a que ela tivesse uma última noite de glória foi simplesmente uma das melhores partes do episódio! Por último, mais uma vez, o Archie foi uma desilusão para mim. É a personagem que menos gosto e por apenas dois motivos: a sua infantilidade e o facto de ele agir sempre antes de pensar.

*THE END OF THE SPOILER*

Então, posto isto tudo, o que é que eu achei do episódio? Não está mau, de todo, mas há algumas cenas desnecessárias e que podiam ser de outra forma. Mais uma vez, o Archie continua com a mesma atitude (algo que, claramente detestei, pois ele podia, pelo menos, aprender com os erros e pensar duas vezes antes de agir), contudo, tudo o resto do episódio está muito bem feito, a parte do baile e mesmo a parte em que dão continuidade à trama da temporada anterior está muito bem desenvolvida, na minha opinião. Por fim, claro, a honestidade das cenas, que é sempre o ponto que, para mim, conta mais e que nesta temporada não deixou nada a desejar!

Além disso, parece-me que vai ser uma temporada em cheio! E que, claro, vão por os pontos finais em todas as pontas soltas até agora deixadas. Ou pelo menos, é isso que eu espero, porque estamos a falar de Riverdale, onde há sempre um corpo ou um mistério ao virar da esquina!

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Ella
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Hi everyone!
As I told you in the previous post, the new Riverdale season premiered on Netflix on the 21st, and although it has been just over 24 hours since I saw the episode, I have to admit that I needed this time to think about what to write and how to write . However, I found no way to come and talk to you about the episode without giving you spoilers, so for those who don't like spoilers, move on to the end now.

* SPOILER ALERT *

The episode begins by recalling the videos that season 4 ended. That is, the videos of Riverdale High students doing violent things to innocent people. As always, Betty and Jughead cannot resist looking for the "Auteur" of the videos and are considering making a Snuff film to sell and have access to a party where these films are broadcast. So, they convince Cheryl and Kevin to shoot a movie, and after that, Kevin and Betty will try to sell it. However, and because they already suspected that the guy was going to realize that it was fake, Betty sacrifices her father's video to become Blackhood in order to get into that party. And they did. But in the meantime, they also discover that Jellybean is there and that she didn't need to sell any Snuff films.

Put this, and that should no longer be a secret, at least for those who saw the trailer, there is a prom. In this event, Cherryl and Toni are crowned queens (of course), however, and due to the Blossom family's past, Toni is forced to break up with Cheryl in order to not to lose her ties with her grandmother. However, right after the coronation, someone is able to interfere with the school's video system and a new video of Riverdale High students showing a murderer is shown.

In the meantime, Archie prepares for a fight against an old friend of Ronnie's in order to get into the Naval Academy, which he loses. And, already at the ball, Archie confesses to Ronnie that something happened between him and Betty (and of course, they break up). In my opinion, it was the combat rage that made him admit it.

But enough to summarize the episode, let's focus on what I thought of this: first I thought it was unnecessary for Jellybean to have been at the party. They could get to the email list without putting the girl there. Then I thought it was a stroke of genius for Betty to have sacrificed her father's video, but at the same time, I didn't like that she did it because of the suffering she might have felt in doing so. Furthermore, Toni having sacrificed her love for Cheryl so that she had a last night of glory was simply one of the best parts of the episode! Finally, once again, Archie was a disappointment to me. It is the character I like least and for only two reasons: his childishness and the fact that he always acts before thinking.

* THE END OF THE SPOILER *

So, having said all that, what did I think of the episode? It's not bad at all, but there are some scenes that are unnecessary and could be otherwise. Once again, Archie continues with the same attitude (something that I clearly detested because he could at least learn from mistakes and think twice before acting), however, everything else in the episode is very well done, the part of the dance and even the part where they continue the plot of the previous season is very well developed, in my opinion. Finally, of course, the honesty of the scenes, which is always the point that, for me, counts more and that in this season left nothing to be desired!

Besides, it looks like it's going to be a great season! And that, of course, will put the end points on all loose ends left until now. Or at least, that's what I hope, because we are talking about Riverdale, where there is always a body or a mystery around the corner!

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Ella
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Hi everyone!
15 dias se passaram desde o início de 2021 e finalmente consegui vir aqui. Amanhã tenho o último teste deste semestre (a ver se não vou a nenhum recurso) e não tem sido fácil vir aqui.
Mesmo assim, 15 dias não aconteceu nada de mais... Os professores decidiram que estas duas primeiras semanas de janeiro tinham que ter todos os dias uma apresentação ou um trabalho ou um teste, o número de casos aumentou porque as pessoas não souberam estar quietinhas e não fazer festas, os Estados Unidos nem vamos mencionar claro e... Voltamos ao confinamento geral...
Sim, voltamos a março de 2020... Ou talvez não tanto.
Eu, pelo menos, não vou alterar nada na minha rotina, não sinto, sinceramente que há esse "confinamento" e o mesmo se aplica ao resto do meu agregado familiar que tem que ir trabalhar ou para a Universidade porque não vão fechar. Mas há aqui várias coisas que também não fazem muito sentido.
Primeiro, se havia recolher obrigatório na época festiva e limite no agregado familiar e tudo mais, porque é que houve pessoas a fazerem festas mesmo assim? Como é que as minhas aulas teóricas são online e os meus testes são presenciais? Porque é que fiz um teste online a uma disciplina e as apresentações orais foram presenciais?
A meu ver, 2021 vai ser mais ou menos semelhante a 2020. Pelo menos nos primeiros 10 meses? (Isto é uma mera suposição minha e acreditem, já é a suposição mais boazinha e menos negativa).
Mas o lado bom é: amanhã faço o meu último teste, tenho uma apresentação na terça, e depois em fevereiro tenho melhorias e ainda um trabalho para entregar (isto se, como disse no início, não for a recurso nenhum) ou seja, haverá mais tempo para eu vir aqui publicar!
Além de que, dia 20 de janeiro estreia na CW a nova temporada de Riverdale e no dia a seguir (pelo que vi no outro dia) estreia na Netflix! Não achavam que eu ia perder a oportunidade de vir dar o meu feedback aqui, pois não?
Aguardem novidades, porque brevemente irão tê-las!

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Ella
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Hi everyone!
Há 2 anos trouxe-vos, pela primeira vez, um rewind do ano e, este ano, decidi fazer o mesmo. Quem sabe isto não se torna uma tradição do blog!

O ano de 2020 começou a 24 de janeiro, quando vos confessei a minha perda de vontade em escrever. Cerca de 2 meses depois, o mundo inteiro fechou por causa da pandemia e foi então que vos alertei para a importância de ficarem em casa.
Algum tempo depois, falei-vos também da minha frustração acerca da injustiça mundial para com a ciência e semanas depois desabafei-vos, em Why...? - Part 1 e Why...? Part 2 tudo o que andava a guardar há muito.
Quando a plataforma Blogger sofreu atualizações, vim também informar-vos das novas alterações e, já em novembro, confessei-vos o porquê de tanto ter adorado a série Riverdale, bem como as 7 séries que mais assistia na minha infância e o meu medo de falar.
Neste último mês do ano, decidi criar esta "série" de Natal aqui no blog, como uma espécie de Blogmas, onde posso destacar a comemoração dos meus 20 anos, a história de como comecei a escrever, o desabafo sobre a importância da amizade, os 3 melhores livros que já li (antes de ler os livros do Maze Runner) e a criação da Escola dos Bloggers, em parceria com a Lili do Blog Com Amor Lili e que está disponível no meu perfil do Wattpad!

E este é o resumo deste ano de 2020. E vocês? Como foi o vosso ano de 2020?

Boas entradas!

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Ella
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Hi everyone!
Muitos de vocês não sabem, mas uma das minhas séries literárias preferidas de sempre é a que compõe os livros de Maze Runner. Ontem, por volta da meia-noite, acabei de ler o último capítulo do terceiro de cinco livros e já desde o primeiro dia deste mês que tinha planeado fazer este post, embora não soubesse ao certo quando iria acontecer.
Mas agora, vocês podem perguntar-se "Porquê agora no terceiro? Porque não lês os cinco livros e depois fazes o post?"
A explicação é simples:
Apenas os três primeiros livros foram adaptados para cinema e, como tal, vou deixar os últimos dois livros para mais tarde.

Mas vamos contextualizar-vos primeiro.

Conheci estes livros quando vi o segundo filme na televisão, há cerca de 3 anos. Adorei o filme e, por isso, decidi ir ver o primeiro, já que o terceiro ainda iria ser lançado. Fiquei fã, mas não encontrava os livros na Fnac.

Foi então que, a 23 de novembro de 2018, quando estava com umas amigas na Fnac, em plena Black Friday, vi a coleção toda à venda. Na etiqueta dizia 15€, então pensei em falar com o meu pai e passar lá no dia seguinte para comprar, já que estava em tão bom preço. Ora, se 15€, por 5 livros (em inglês) já era um bom negócio, imaginem quando fomos pagar e apenas gastamos 12€ com todas as promoções. O negócio mais épico da minha vida tinha acontecido e podia finalmente ler os livros todos.

Nessa altura, o terceiro filme já tinha sido lançado nos cinemas e eu já o tinha visto, pelo que, visto os três filmes, já só faltava ler os três primeiros livros!

E foi então que comecei a ler, mas não de uma forma qualquer. Se repararem, eu comprei os livros em 2018, quando ainda estava no primeiro ano da Universidade, foi nesse ano (2018/2019) que li o primeiro livro. Em 2019/2020, li o segundo e, agora, em 2020/2021, li o terceiro. Por quê? Vou tentar não vos dar spoilers, fiquem atentos:

1. Maze Runner: Livro, filme e a realidade

De todos os 3 filmes, o 1º é o que é mais semelhante ao livro. A história e o objetivo são o mesmo: sair do labirinto. Mas... há algo que ainda hoje me intriga.
A história baseia-se num grupo de adolescentes que estão num labirinto (pois estão a ser testados) e têm que sair de lá.
De x em x tempo, uma caixa metálica deixa mantimentos e um novo elemento para habitar na Clareira e é assim que Thomas chega lá.
Thomas é o "novato", o "greenie", ou noutras palavras: o Caloiro. Nos primeiros tempos, ele está desnorteado, não sabe o que fazer ou como se integrar no grupo.
E no ano em que eu li o primeiro livro, eu estava no primeiro ano da licenciatura. Era Caloira, desnorteada e sem saber como me integrar no curso.

2. Maze Runner: Scorch Trials - Livro, filme e a realidade

Aqui as coisas começam a ficar feias... mais ou menos! Metade do filme é semelhando ao livro, a outra metade... Bem, é aí que alteram a história... Literalmente alteram a história!
Mesmo assim, o objetivo é o mesmo tanto no filme como no livro: ultrapassar os Scorch Trials, mas o livro não está todo adaptado ao cinema, metade dele a história é nova, não é a hisstória que foi escrita, é outra completamente diferente.
Mas em que é que isto tem a ver com a realidade?
Neste livro (e mesmo no filme), eles descobrem que há uma doença, provocada por um vírus, que está a afetar o mundo inteiro. Surpresa das surpresas, em 2020, ainda estava eu no segundo ano da licenciatura, quando foi tudo fechado por causa de uma doença provocada por um vírus.
Ou eu estou doida, ou então, uma das seguintes hipóteses é a verdade: o James Dashner (autor dos livros) previu o que ia acontecer, ou então... os livros são uma metáfora da vida que tenho andado a viver.

3. Maze Runner: The Death Cure - Livro, filme e a realidade

Como a segunda metade do segundo filme é completamente diferente da segunda metade do segundo livro, claramente que o terceiro livro e o terceiro filme são completamente diferentes um do outro.
Enquanto que o objetivo do livro é eles vingarem-se da WICKED (a organização que os anda a testar), o objetivo do terceiro filme é salvar uma das personagens. Se vocês acham que isto é adaptar um livro ao cinema, meus caros, eu não acho! Mas se o autor autorizou todas as alterações, não sou eu que vou julgar. É importante notar que, embora a história seja diferente num e no outro, ambos são incríveis!
Mas comparando isto com a minha vida agora no terceiro ano da licenciatura. Bem... Não há muito a dizer... o título "The Death Cure" fala por si só. Já há vacina para a pandemia! Se é um paralelo entre ficção científica e a realidade? Sim, podem crer que sim!

E é isto! Esta é a comparação entre a série literária que mais adoro, com as suas adaptações aos filmes e a realidade!
O que acharam? Já leram algum dos livros? E os filmes? Já os viram?

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Ella
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Hi everyone!
Many of you don't know, but one of my favorite literary series ever is the one that makes up Maze Runner's books. Yesterday, around midnight, I finished reading the last chapter of the third of five books and since the first day of this month I had planned to make this post, although I was not sure when it would happen.
But now, you can ask yourself "Why now on the third? Why don't you read the five books and then do the post?"
The explanation is simple:
Only the first three books were adapted for cinema and, as such, I will leave the last two books for later.

But let's contextualize you first.

I came across these books when I saw the second movie on television, about 3 years ago. I loved the movie and, therefore, I decided to go see the first one, since the third was yet to be released. I was a fan, but I couldn't find the books at Fnac.

It was then that, on November 23, 2018, when I was with some friends at Fnac, in the middle of Black Friday, I saw the entire collection for sale. The label said 15€, so I thought about talking to my father and go there the next day to buy the books, since it was so cheap. Now, if 15€, for 5 books (in English) was already a good deal, imagine when we went to pay and just spent 12€ with all the promotions together. The most epic business of my life had happened and I could finally read all the books.

At that time, the third movie had already been released in theaters and I had already seen it, so, having seen the three movies, I only needed to read the first three books!

And that's when I started to read, but not in any way. If you notice, I bought the books in 2018, when I was still in the first year of the University, it was in that year (2018/2019) that I read the first book. In 2019/2020, I read the second, and now, in 2020/2021, I read the third. Why? I'll try not to give you spoilers, stay tuned:

1. Maze Runner: Book, movie and reality

Of all 3 movies, the 1st is the most similar to the book. The story and the goal are the same: to get out of the maze. But... there is something that still intrigues me today.
The story is based on a group of teenagers who are in a maze (as they are being tested) and have to get out of there.
Every once in a while, a metal box leaves supplies and a new element to live in the Glade and that's how Thomas gets there.
Thomas is the "newbie", the "greenie", in other words: the Freshman. In the early days, he is bewildered, he doesn't know what to do or how to integrate into the group.
And in the year that I read the first book, I was in the first year of my degree. It was a greenie too, bewildered and not knowing how to get integrated the course.

2. Maze Runner: Scorch Trials - Book, movie and reality

Here things start to get ugly... sort of! Half the movie is similar to the book, the other half... Well, that's where the story changes... Literally they change the story!
Even so, the objective is the same both in the movie and in the book: to surpass the Scorch Trials, but the book is not entirely adapted to the cinema, half of it has a new story, it isn't the story that was written, it is another.
But what does this have to do with reality?
In this book (and even in the movie), they discover that there is a disease, caused by a virus, that is affecting the entire world. Surprise of the surprises, in 2020, I was still in the second year of my degree, when everything was closed because of a disease caused by a virus.
Either I'm crazy, or both, James Dashner (author of the books) predicted what was going to happen, or else... the books are a metaphor for the life I've been living.

3. Maze Runner: The Death Cure - Book, movie and reality

Since the second half of the second movie is completely different from the second half of the second book, it is clear that the third book and the third movie are completely different from each other.
While the objective of the book is for them to take revenge on WICKED (the organization that is testing them), the objective of the third movie is to save one of the characters. If you think this is adapting a book to the cinema, guys, I don't think so! But if the author has authorized all changes, I am not the one to judge. It is important to note that, although the story is different in each other, both are incredible!
But comparing this to my life now in the third year of my degree. Well... there's not much to say... the title "The Death Cure" speaks for itself. There is already a vaccine for the pandemic! Is it a parallel between science fiction and reality? Yes, believe me!

And this is it! This is the comparison between the literary series I love the most, with its adaptations to movies and reality!
What did you think? Have you read any of the books? And the movies? Have you watch them?

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Ella
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Para ser sincera, eu não sei responder a 100% à pergunta do título.
Não sei o que 2021 tem reservado para mim, para a minha família e amigos, para vocês, ou mesmo para o Blog.
E é por isso que a pergunta diz "O que NOS espera em 2021". Com isso que quer dizer, quais os planos que tenciono cumprir para mim e para vocês, os planos que tenciono cumprir para com os meus amigos e família e as metas que eu quero alcançar.
Assim, o post de hoje é como um plano de "resoluções" de Ano Novo, mas à minha maneira!

Para vocês, quero dar-vos mais de mim. Quero trazer-vos mais posts, com mais regularidade, pois sei que este ano, não foi o melhor nesse aspeto. Quero falar-vos de novos livros, séries e filmes, quero dar-vos Life Updates, quero trazer-vos mais e enriquecer ainda mais o blog, fazê-lo crescer!

Para a minha família e amigos, não há muito a dizer, quero ter o máximo de conforto e proximidade com eles, voltar ao que era antigamente (vamos ver se 2021 será melhor que 2020).

E, para mim, quero acabar a Licenciatura e entrar no Mestrado que quero, embora ainda não saiba ao certo qual. Quero ser capaz de tomar decisões, quero deixar de ter medo, quero ter coragem para enfrentar novos desafios e agarrar novas oportunidades!

Isto é o que 2021 nos reserva. Novos posts, novas aventuras...

E vocês? O que acham que 2021 vos reserva?

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Ella
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To be honest, I don't know how to answer 100% of the title question.
I don't know what 2021 has in store for me, for my family and friends, for you, or even for the Blog.
And that is why the question says "What awaits US in 2021". What do I mean is what plans do I intend to fulfill for you and me, what plans do I intend to fulfill for my friends and family and the goals that I want to achieve.
So today's post is like a New Year's "resolutions" plan, but in my own way!

For you, I want to give you more of me. I want to bring you more posts, more regularly, because I know that this year, it was not the best in that aspect. I want to talk to you about new books, series and movies, I want to give you Life Updates, I want to bring you more and enrich the blog even more, make it grow!

For my family and friends, there is not much to say, I want to have the maximum comfort and closeness with them, go back to how it was befor (let's see if 2021 will be better than 2020).

And, for me, I want to finish the Degree and enter the Master's Degree I want, although I still don't know for sure which one I want. I want to be able to make decisions, I want to stop being afraid, I want to have the courage to face new challenges and seize new opportunities!

This is what 2021 has in store for us. New posts, new adventures...

And you? What do you think 2021 has in store for you?

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Hi everyone!
Hoje, 28 de dezembro de 2020 aconteceu-me de ter uma crise inspiracional. Por isso, fui ver imagens no google para me inspirar. Vi paisagens, frases, palavras... Vi cores, vi branco e preto... Mas a inspiração continuava por aparecer.
Fiz isso enquanto fazia uma pequena pausa dos trabalhos e dos estudos para a Universidade e agora, à noite, ainda não tenho inspiração. Ou, pelo menos, era o que eu pensava até começar a escrever.
Os posts para os próximos dias já estão planeados desde o dia 1 de dezembro. Mas o de hoje, sempre foi uma incógnita para mim. Não sabia o que vir aqui falar-vos.
Podia colocar uma imagem de uma frase que me agradasse ou de uma paisagem única e fantástica e escrever sobre isso, mas escolhi não o fazer.
Tal como escolhi não vos falar de livros, filmes ou séries.
Tal como escolhi não vos vir dar um update da minha vida, por enquanto.
Tal como escolhi não vos dar dicas de como ultrapassar a falta de inspiração.
Se vos podia estar aqui a citar uma lista de como isto é terrível para um escritor ou como ultrapassar?
Podia...
Contudo, estaria a mentir-vos se vos dissesse que essas técnicas que andam por aí na net resultam comigo. Convosco, até pode resultar, mas comigo não...!
E, por isso, também escolhi escrever este post, mesmo sem inspiração. Escrever palavras soltas que, para vocês, pode até não fazer sentido, mas para mim faz todo o sentido.
Estas palavras são palavras há muito guardadas na mente, os restos de toda a inspiração que se foi esgotando ao longo dos tempos.
É como uma fonte... A inspiração... E a fonte já não tem mais água além de umas simples gotas minúsculas que foram capazes de sobreviver meses e meses no fundo. E, agora, só o tempo dirá quando a fonte voltará a encher o suficiente para voltar a escrever acerca de tudo e nada. Quando poderei voltar aqui para voltar a escrever os devaneios da minha cabeça para vocês depois do fim do ano!

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Ella
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Hi everyone!
Today, December 28, 2020, I happened to have an inspirational crisis. So I went to see images on google to get inspired. I saw landscapes, quotes, words... I saw colors, I saw black and white... But the inspiration is still out.
I did this while taking a short break from work and studies for the University and now, at night, I still have no inspiration. Or, at least, that's what I thought until I started writing.
Posts for the next few days are already planned since December 1st. But today's one has always been an unknown for me. I didn't know what to come here to tell you.
I could put an image of a quote that I liked or a unique and fantastic landscape and write about it, but I chose not to.
Just as I chose not to talk to you about books, movies or series.
Just as I chose not to come here and give you an update of my life, for now.
Just as I chose not to give you tips on how to overcome the lack of inspiration.
If I could be here to quote you a list of how terrible this is for a writer or how to overcome it?
I could...
However, I would be lying to you if I told you that those techniques that go around on the internet works for me. With you, it may work, but not with me...!
And so, I also chose to write this post, even without inspiration. Writing loose words that, for you, may not even make sense, but for me it makes perfect sense.
These words are words that have long been kept in mind, the remnants of all the inspiration that has been exhausted over time.
It's like a fountain... The inspiration... And the fountain no longer has water other than a few tiny drops that were able to survive months and months at the bottom. And now, only time will tell when the source will fill up again enough to write again about everything and nothing. When will I be able to come back here to write the daydreams of my head for you again after the end of the year!

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Hi everyone!
Tal como já vos falei dos 3 melhores trailers de filmes da Netflix para ver este Natal, hoje trago-vos os trailers das 3 melhores séries para verem nos tempos livres!

Hi everyone!
As I already told you about the 3 best Netflix movie trailers to watch this Christmas, today I bring you the 3 best serie trailers to watch in your free time!


1. Tiny Pretty Things
Género/Gender: Drama
Criado por/Created by: Michael MacLennan
Elenco/Cast: Brennan Clost, Barton Cowperthwaite, Bayardo De Murguia, Damon J. Gillespie, Kylie Jefferson, Casimere Jollette, Anna Maiche, Daniela Norman, Michael Hsu Rosen, Tory Trowbridge, Jess Salgueiro, Lauren Holly
Produtor/Producer: Mary Anne Waterhouse
Temporadas/Seasons: 1
Episódios/Episodes: 10


2. Shadowhunters
Género/Gender: Fantasia, Suspense, Romance, Drama/Fantasy, Thriller, Romance, Drama
Elenco/Cast: Katherine McNamara, Dominic Sherwood, Alberto Rosende, Matthew Daddario, Emeraude Toubia, Isaiah Mustafa, Harry Shum Jr., Alisha Wainwright
Produtor/Producer: Don Carmody, David Cormican, Martin Moszkowicz
Temporadas/Seasons: 3
Episódios/Episodes: 55

NOTA: Podem ver também este post
NOTE: You can also read this post

3. Siempre Bruja
Género/Gender: Fantasia, comédia romântica/Fantasy, romantic comedy
Elenco/Cast: Angely Gaviria, Valeria Emiliani, Verónica Orozco, Sofía Bernal Araujo, Dylan Fuentes, Carlos Quintero, Dubán Prado, Lenard Vanderaa, Sebastián Eslava, Luis Fernando Hoyos, Jhon Alex Castillo, Oscar Casas
Temporadas/Seasons: 2
Episódios/Episodes: 18

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