By Me

Hi everyone!

Confesso que já não sei há quanto tempo não venho aqui, estes últimos meses têm sido uma loucura e a desmotivação é real, mas isso não é importante, pelo menos, não para o assunto de hoje.


Eu admito, o mundo inteiro vai odiar-me depois disto, contudo, não posso deixar de partilhar isto convosco, porque acho que todas as opiniões contam e acho que, pelo menos devem ouvir... ler, o que eu tenho para dizer. Nos últimos anos, todos nós temos tomado consciência da importância da natureza, temos todos tomado consciência de que o nosso mundo não irá existir para sempre e que deveremos ter comportamentos sustentáveis, o que está corretíssimo, mesmo que seja um pouco tarde, é como o velho ditado costuma dizer: mais vale tarde que nunca!


Mas não é só isso.


A humanidade mudou. É esse o propósito da nossa espécie: mudar, crescer, evoluir, tornarmo-nos mais inteligentes. Desde o início dos tempos que assim tem sido! Desde a invenção da roda, o fogo, a domesticação do lobo... E é nesse assunto que eu quero falar hoje: a domesticação do lobo. Já devem ter ouvido falar nas palavras do papa recentemente, acerca do "egoísmo humano quando escolhe ter um animal de estimação ao invés de ter um filho". Não lhe chamaria propriamente "egoísmo", mas concordo com o que ele diz.


Digam-me, honestamente, se conseguirem: se tivessem a oportunidade de adotar um lobo, adotariam um? E um leão? Ou uma girafa? Um rinoceronte? E um pinguim? Talvez uma baleia? Ou se calhar são mais radicais e preferem um tubarão?


Pois.


Eu sei, muitos de vocês vão até dizer que sim (não julgo), mas tenho a certeza que assim que leram a palavra "leão", pensaram "Ela é doida! Eu não quero morrer durante a noite!" ou até "Eles são animais selvagens, deixem-nos em paz no seu habitat natural!" E estas respostas são legítimas!


O ser humano domesticou o lobo para benefício próprio, para o ajudar a caçar. Foi matreiro como uma raposa. E o lobo acabou por, como se costuma dizer "amansar", "tornou-se cão". E é aí que eu não consigo ficar calada.


O ser humano é capaz de deixar espécies selvagens no seu habitat natural, conseguem deixá-las a onde elas pertencem, da forma como elas foram criadas para ser. Mas NÃO é capaz de deixar que o cão REGRESSE ao seu estado natural selvagem porque eles "nos amam", porque eles "são amor", porque eles "são inocentes", porque eles "não são ruins como o ser humano", porque eles "não são maus"?!


Pois...


Eis a grande diferença entre um cão e um ser humano: um cão, demora meses até se conseguir sustentar sozinho na vida selvagem, está na sua essência, tal como está na essência do lobo. O ser humano, por sua vez, demora anos, repito ANOS! para conseguir sustentar-se sozinho numa sociedade selvagem. Acho, sim, que o ser humano é egoísta por não deixar o cão regressar ao seu estado natural, mas acho que é estupidez da humanidade substituir uma criança por um cão.


Dá menos trabalho, não faz birras, dá menos despesas...


Eu sei, eu percebo isso! Mas se me perguntarem entre adotar uma criança ou adotar um cão, qual preferia? Eu prefiro mil vezes retirar alguém meu semelhante da miséria de um orfanato do que adotar um animal de estimação. Porque os animais "são inocentes"...? E as crianças? São o quê? Que culpa têm elas de o ser humano ter sido estupidamente inteligente a ponto de "amansar" um animal selvagem e não o deixar regressar ao seu estado natural?


Aí, acho que a humanidade tem agido de forma estúpida e irracional.


As crianças não são animais e os animais não são crianças. São duas espécies diferentes que devem coexistir, tal como coexistem com gorilas, pássaros, insetos... Mas fazer de um cão o substituto de um filho?


Li, há umas semanas sobre uma lei (penso que em Espanha) que, se um casal tiver um animal de estimação e se quiser divorciar, o casal terá que discutir a guarda partilhada ou não, tal como fazem com as crianças menores de idade.


Que raio de mundo é que estamos atualmente?


Que mundo é este, em que o ser humano perdeu a completa noção do que é para estar quieto?


Que raio de mundo é este, em que o ser humano perdeu a esperança na sua própria espécie?


Deixem-me fazer-vos uma pergunta, um pouco mais difícil: imaginem que estão numa situação em que tinham que escolher adotar um cão ou impedir que uma árvore fosse cortada. Qual escolheriam?


Quem diz isto para cão, refere-se, claro, a gato. Os egípcios adoravam-nos como Deuses, mas uma vez que a humanidade se apercebeu de que eles eram, na verdade, animais selvagens, porque não o deixou em paz? Como se eles não tivessem na sua essência a capacidade de caçar, tal como um leão, ou um leopardo, ou uma pantera! Ou os pássaros, que por instinto natural vão à caça. Ou os peixes que também se sabem desenrascar no mundo natural sozinhos, mas que, aparentemente, o ser humano é tão BURRO que nem sequer pensa duas vezes e tem logo pena e os adota.


É certo que o próprio ser humano nasceu para caçar, quando ainda éramos Neandertais e não havia sociedades complexas, ou a existência de comércios e de moedas para troca! Mas nós, ser humano, evoluímos de uma forma diferente da dos restantes animais, porque é essa a nossa essência: evoluir para chegarmos à perfeição das normas da sobrevivência natural. Nós aprendemos a deixar de depender do lobo para caçar e começamos a produzir os nossos próprios alimentos, a cultivar e a fazer comércio, algo que nenhum outro animal teve a capacidade RACIONAL de fazer.


Por isso, e para concluir, porque é que não deixam os animais no seu estado selvagem como deve de ser? Porque é que não aceitam o facto de o mundo depender das vossas próprias mãos? Porque não aceitam o facto de que está na hora de deixar as coisas voltarem ao normal e deixar que os animais domésticos regressem ao seu estado nativo? Porque é que não deixam de fazer os animais um ser igual ao ser humano, quando claramente não são?


By

Ella

Instagram | Twitter | Pinterest | Facebook

P.S. Desculpem o desabafo, mas isto já estava há demasiado tempo na minha cabeça para não ser partilhado.


Hi everyone!

I confess that I don't know how long I haven't been here, these last few months have been crazy and the lack of motivation is real, but that's not important, at least not for today's topic.


I admit, the whole world will hate me after this, however, I can't help but share this with you because I think all opinions count and I think you should at least hear...read what I have to say. In recent years, we have all become aware of the importance of nature, we have all become aware that our world will not exist forever and that we should have sustainable behaviors, which is absolutely correct, even if it is a little late, it is like the The old saying goes: better late than never!


But it's not just that.


Humanity has changed. That's the purpose of our species: to change, grow, evolve, become smarter. This has been the case since the beginning of time! Since the invention of the wheel, fire, the domestication of the wolf... And this is what I want to talk about today: the domestication of the wolf. You may have heard the pope's words recently about "human selfishness when choosing to have a pet over a child." I wouldn't exactly call it "selfishness", but I agree with what he says.


Tell me, honestly, if you can: if you had the opportunity to adopt a wolf, would you adopt one? And a lion? Or a giraffe? A rhinoceros? And a penguin? Maybe a whale? Or maybe you are more extreme and prefer a shark?


Yeah.


I know, many of you will even say yes (and that's okay), but I'm sure as soon as you read the word "lion" you thought "She's crazy! I don't want to die overnight!" or even "They are wild animals, leave them alone in their natural habitat!" And these answers are legitimate!


The human being has tamed the wolf for his own benefit, to help him hunt. He was cunning as a fox. And the wolf ended up, as they say "taming", "became a dog". And that's where I can't keep quiet.


Human beings are able to leave wild species in their natural habitat, they manage to leave them where they belong, the way they were created to be. But it is NOT able to let the dog RETURN to its natural wild state because they "love us", because they "are love", because they "are innocent", because they "are not sly like humans", because they're "not bad"?!


Yeah...


Here's the big difference between a dog and a human being: a dog, it takes months to sustain itself in the wild, is in its essence, just as it is in the essence of the wolf. The human being, in turn, takes years, I repeat YEARS! to be able to support himself alone in a savage society. I do think that the human being is selfish for not letting the dog return to its natural state, but I think it is humanity's stupidity to replace a child with a dog.


It takes less work, no tantrums, less expense...


I know, I get it! But if you ask me between adopting a child or adopting a dog, which would I prefer? I would a thousand times prefer to remove someone from the misery of an orphanage than adopt a pet. Because animals are "innocent"...? And the kids? What are them? Is it their fault that the human being was stupidly intelligent to the point of "taming" a wild animal and not letting it return to its natural state?


There, I think that humanity has acted in a stupid and irrational way.


Children are not animals and animals are not children. They are two different species that must coexist, just as they coexist with gorillas, birds, insects... But make a dog a substitute of a child?


I read a few weeks ago about a law (I think in Spain) that if a couple has a pet and wants to get divorced, the couple will have to discuss shared custody or not, just like they do with underage children.


What kind of world are we currently in?


What is this world, in which the human being has lost the complete notion of what it is to be quiet?


What kind of world is this, in which human beings have lost hope in their own species?


Let me ask you a question, a little more difficult to answer: imagine that you are in a situation where you had to choose to adopt a dog or prevent a tree from being cut down. Which would you choose?


Whoever says that to a dog means, of course, to a cat. The Egyptians worshiped them as gods, but once humanity realized that they were, in fact, wild animals, why not leave them alone? As if they didn't have in their essence the ability to hunt, like a lion, or a leopard, or a panther! Or the birds, which by natural instinct go hunting. Or the fish that also know how to get on their own in the natural world, but that, apparently, the human being is so DUMB that he doesn't even think twice and immediately takes pity on them and adopts them.


It is true that the human being was born to hunt, when we were still Neanderthals and there were no complex societies, or the existence of trades and money to exchange! But we, human beings, evolve in a different way than other animals, because that is our essence: to evolve to reach the perfection of the norms of natural survival. We learned to stop depending on the wolf to hunt and started to produce our own food, cultivate and trade, something that no other animal had the RATIONAL ability to do.


So, and finally, why don't you leave animals in their wild state as they should? Why don't you accept the fact that the world depends on your own hands? Why don't you accept the fact that it's time to let things go back to normal and let pets return to their native state? Why don't you stop making animals equal to human beings, when they clearly aren't?


By

Ella

Instagram | Twitter | Pinterest | Facebook

P.S. Sorry for the outburst, but this had been on my mind for too long to not be shared.

  • 0 Comments

Hi everyone!

Muitos de vocês já devem ter ouvido falar, muitos podem nem saber do que vim falar, mas uma coisa é certa: 99% de vocês deve saber o que é um Bullet Journal, certo? Pois bem, hoje vim falar naquele que eu considero ser o primo mais velho e antiquado do Bullet Journal: o Junk Journal!

Este "Junk Journal" é nada mais do que um caderno de reaproveitamentos. Sabem aquelas folhas velhas que iam deitar fora? As revistas que só estão a ocupar espaço e iam para o papelão? Os jornais guardados no pó da garagem? Retalhos antigos? Pois bem, parece que alguém teve a brilhante ideia de pegar nisso tudo e criar um caderno em que a regra é não ficar perfeito. Com um estilo vintage, dark academia e até mesmo aesthetic, segundo muitos, este Junk Journal é a eleição para aqueles que querem documentar o dia-a-dia ou planear o futuro. Consiste em aproveitar tudo aquilo que íamos deitar fora e torná-lo num Bullet Journal menos moderno. Mas quais são as vantagens de utilizar um?

1. Estamos a reciclar

Numa altura em que cada vez mais se denotam os efeitos das alterações climáticas, torna-se cada vez mais essencial reciclar e evitar desperdícios. Assim, não só estamos a dar uso a algo que iria acabar numa lixeira, como também estamos a dar uma nova vida àquilo que antes considerávamos velho e inútil.

2. É relaxante (para muitos)

Este motivo é muito controverso e eu que o diga. Muitas pessoas que fazem estes Junk Journals costumam fazer recortes e colagens e observar e planear aquilo que querem e gostam de ver nos seus Junk Journals. Sinceramente, nunca tive muita paciência para fazer colagens, embora ache que sejam muito fofas, colagens não é o meu forte. Ainda assim, há quem utilize as colagens e as montagens do seu próprio caderno como uma espécie de terapia relaxante e, por isso, para aqueles que adoram colagens, acho que é uma boa ideia!

3. Mantemo-nos organizados

Em vários vídeos de Junk Journal que vi, percebi que este Junk Journal pode servir para muita coisa: substituir um Bullet Journal, documentar dias importantes das nossas vidas ou fazer uma espécie de álbum de viagens. Resumindo, mantemos aquilo que é importante para nós organizado, o que acaba por ser uma vantagem, pois assim não temos que andar atrapalhados à procura do que temos que fazer a seguir ou das memórias dos locais onde fomos.

Estas são as 3 principais razões pelas quais vale a pena fazer um Junk Journal. Mas porque é que eu não utilizo? Primeiro porque eu nunca fui de organizar o meu dia/mês, etc. Sempre tive muito em conta o horário e os prazos na minha cabeça, tenho a sorte de nunca me ter esquecido de um compromisso e prefiro planear as coisas na hora, principalmente no que diz respeito a estudos, pois não sou vidente então não posso esperar que a longo prazo vá ter tempo para fazer uma determinada tarefa naquela hora porque pode acontecer de nem estar em condições de realizar a tarefa. Mas também não o faço porque cá em casa já costumamos utilizar os restos de papéis e retalhos para outras coisas, como DIY's, prendas, para cobrir e proteger móveis quando estamos a utilizar tintas ou até mesmo para limpar os vidros, pelo que no final das contas, acabo por nem ter sequer o que utilizar para fazer um Junk Journal. O último motivo já o expliquei, para mim não é relaxante, só me faz ficar mais nervosa só de pensar onde vou por qual página ou onde vou colar bocados de jornal e revistas atrativos para a vista. Enfim, partilho convosco uma alternativa económica e ecológica para quem quiser substituir o Bullet Journal.

Já utilizaram/fizeram algum Junk Journal? Qual foi a vossa experiência?

By,

Ella

Instagram | Twitter | Pinterest | Facebook

  • 0 Comments


Hi everyone!

Pelo título nem é preciso dizer sobre o que este post se trata, não é verdade? Bem, mesmo assim, vou dizê-lo: finalmente, repito, FINALMENTE, fui tomar a primeira dose da vacina contra a Covid-19! Levei a da Pfizer, ontem, e tenho a dizer que só me dói um pouco o braço. Para ser sincera, terça-feira fui à praia com umas amigas e apanhei um (não foi só um) escaldão e dói-me 15 000x mais do que o braço... e não é exagero!

Agora, porque é que eu digo "FINALMENTE"? Bem, para começar, para um asmático, ter uma doença como a Covid, não é pera doce, já tive uma infeção pulmonar há 2 anos, não quero voltar a ter uma, obrigada! Em segundo lugar porque já se sabe destas vacinas desde o início do ano... passaram-se 8 meses... 8!!!! O que equivale a, segundo o google, 223 dias de espera até receber a minha primeira dose. E malta, nem por uma consulta de rotina sou capaz de esperar, quanto mais para ter uma vacina? Bem... sim, okay, eu estou farta de levar vacinas, levo uma todos os meses por causa das alergias aos ácaros, mas... são coisas diferentes! E garanto-vos que a vacina das alergias é capaz de doer mais do que a da Covid...! (Depende do enfermeiro que me atender no dia, é claro)

Anyways, finalmente tive a primeira dose e, agora, só quero que dia 1 de setembro chegue para ter a 2ª dose! E se tiver que levar uma 3ª, que venha ela! Eu só quero é ter anticorpos para combater a doença, caso a apanhe. É pedir muito? E também quero poder sair de casa, sem ter que me preocupar em ter um teste negativo e quase ter um ataque de pânico durante 30 minutos, enquanto espero que o teste dê mesmo negativo! E também quero deixar de meter zaragatoas no meu próprio nariz, a sério, eu fico a chorar e com dores de cabeça o dia todo! A vida vai ser tão mais fácil quando finalmente tiver o certificado digital!

Claro está que, depois de dia 1, quero que dia 3 de setembro chegue para poder ir à Drave! Já vos falei dela noutro post, mas quero voltar a vir falar-vos dela. Sim, a minha ida vai depender de sintomas secundários da segunda dose, mas a menos que tenha febre, ou que tenha que ficar de cama, não tenciono faltar!

E é tudo! Vocês já tomaram a vacina? Tiveram sintomas?


By,

Ella

Instagram | Twitter | Pinterest | Facebook

  • 0 Comments

Hi everyone!

Muitos não sabem, mas desde que o meu projeto de licenciatura terminou, decidi dedicar-me a escrever o meu próprio "livro". Já estou a escrever este desde que comecei a universidade e vi Deus Salve o Rei na TV Globo e, como desde que descobri o Wattpad que quero participar num Wattys, pensei "Porque não participar este ano?" Bem, durante os últimos 2 meses tem sido uma jornada fantástica na corrida contra o tempo para publicar todos os capítulos até ao dia 30 de setembro e, por isso, eis 3 coisas que aprendi durante este tempo a escrever:

1. O primeiro rascunho não precisa ficar perfeito

É verdade! Se formos muito perfeccionistas com o primeiro rascunho dos capítulos, não é possível acabar o livro nem daqui a um milhão de anos. O importante no primeiro rascunho é escrever palavras e contar a história. Depois disso podem aprimorar o texto!

2. Editar só no fim!

Isto vai ao encontro do que disse no ponto 1. Não editem capítulo a capitulo mal o terminem. Escrevam o que têm a escrever e no fim editem o que quiserem, assim avançam na história e depois tornam-na mais bonita.

3. Escrevam algo que gostariam de ver numa livraria

Vamos por isto de outra maneira: vocês iriam para um emprego que não gostassem só por fama ou dinheiro? Bem... talvez alguns possam dizer que sim, mas não deviam. Não vão ser felizes se o fizerem! É o que acontece com os livros: se escrevem algo que não gostam só pela fama, reconhecimento, dinheiro ou para um filme, estão a enganar-se a vocês mesmos e não estão a escrever o que gostam, então vão demorar mais a escrever o vosso livro! Pensem que estão numa livraria a olhar para o próximo livro que querem ler. Que tipo de livro é? Qual é a sua história? Peguem nisso e escrevam-no!

E estas são as 3 coisas que aprendi ao longo dos quase dez anos enquanto escritora amadora! Que dicas têm vocês? Seguem alguma destas dicas?


By,

Ella

Instagram | Twitter | Pinterest | Facebook

  • 0 Comments


 Um dia acordei. Acordei e estava a chover como se fosse inverno, mas já era primavera. Os pássaros chilreavam dos ninhos, as folhas das árvores começavam a nascer e as flores a brotar... Mas aquela pequena flor, pálida, serena e inocente, aquela que brotava no meio do jardim, não se deixou intimidar pela chuva. Era um pequeno raio de luz que lutava por conseguir mais, por conseguir melhor. Uma luz de esperança, quente e acolhedora que aproveitava cada gota de chuva para se refrescar e crescer. Era uma pequena flor que, agora, cresceu e está pronta para iluminar um mundo inteiro, uma flor que agora é mais do que uma simples luz.

Agora, aquela pequena flor pálida e inocente é o sol de um dia de verão, uma chama impossível de apagar. Agora, aquela flor é a alegria de um novo objetivo alcançado, é a energia de continuar a lutar. Aquela flor é, agora, tudo o que quiser ser.


É nas pequenas coisas que estão as maiores alegrias.

É nas pequenas coisas que o mundo se torna grande,

Grande como a luz de um dia de verão.


By,

Ella Morgan

Instagram | Twitter | Pinterest | Facebook

  • 0 Comments
Mensagens antigas Página inicial

Follow Me

  • pinterest
  • facebook
  • Instagram

Thanks!

Followers

Labels

Blog Christmas Filmes Livros Me Séries Thoughts Universidade

instagram

Created By ThemeXpose | Distributed By Blogger

Back to top